Há uma lenda (verdadeira como todas as lendas) sobre uma aldeia africana que conta algo muito interessante.
Dizem que quando nasce uma criança nesta aldeia todas as pessoas se reúnem para celebrar. Todos juntos fazem um circulo em torno do recém-nascido e entoam uma canção única e exclusiva, uma melodia composta com o auxílio de todos e que para sempre será a música daquela criança. É a música dela, somente dela, e sempre será cantada em aniversários, casamento, recuperação da saúde em caso de enfermidade.Sempre em momentos importantes. E finalmente será cantada pela última vez quando a pessoa morrer.
Quando uma pessoa da aldeia, por algum motivo, faz algo horrível, como trair alguém por exemplo, ou roubar, o ritual do nascimento de repete. Toda a aldeia se reune em torno da pessoa que errou, formando um círculo fechado do qual é impossível escapar. E vão fechando o círculo… e começam, devagarinho, a entoar a canção especial daquela pessoa, a melodia única que a diferencia de todos os demais. E cantam por um longo tempo…
Sabe por que a aldeia entoa a canção? Para relembrar à pessoa que se desviou e fez algo terrível a sua essência. Cantam para relembrar à ela sua importância, seu imenso valor, sua preciosidade enquanto pessoa. E com isso fazer com que ela volte, que se reitegre à comunidade. Cantam para mostrar que não é um erro que define alguém, mas sim seu valor como pessoa. E que quando há amor sempre é possível voltar.
Duas coisas me chamam a atenção nesta lenda: primeiro o presente que é ter alguém que conheça nossa música, a nossa melodia interior. Sabe aquela pessoa (ou pessoas) que nos conhece, que nos acolhe, que sabe quem somos e que nos diferencia dentre a multidão? A pessoa (ou pessoas) que nos ama de verdade, independente do momento, dos erros, das falhas…Aquele alguém que conhece nossa melodia…
A outra coisa que me comove na lenda é que em alguns momentos da vida nós mesmos podemos nos esquecer de nossa melodia interior, de nossa essência, de nossa preciosidade.Erros, coisas que fazemos e que não gostaríamos de ter feito… coisas que fizeram à nós e que nos feriram e nos fizeram desacreditar, sofrimentos que passamos e que foram esmaecendo o brilho da nossa melodia interior. Mas então… ah! Aqueles que reconhecem nossa melodia, aqueles que falei no começo, que nos acolhem, se reúnem em torno de nós e nos envolvem em um círculo de proteção. E cantam pra nós a nossa música. E nos recordam o quão especiais somos…
Desejo a você, neste mês de maio que começa, duas coisas: que sempre exista em sua vida aquela pessoa (ou pessoas) que conhece a sua melodia, que sabe de fato quem você é. E que cante pra você quando, por algum motivo, você precisar.
E desejo finalmente que jamais a sua melodia interior seja esquecida. Que você jamais esqueça quem é de verdade, independente do que aconteça, do que lhe façam, do que lhe digam. Deixe sempre sua melodia tocar…
Feliz mês novo pra você!!!!
Importante:
Devido aos muitos pedidos decidi prorrogar o prazo de envio dos trabalhos participantes do Concurso Literário 2012 até o dia 08/05/02012. Até agora recebemos quase 40% a mais de textos do que no concurso anterior! Delícia!
Então, se você deixou para a última hora, e ficou triste porque perdeu o prazo, vem!!! Ainda dá tempo! Até domingo, dia 08/05/2012, tá?


Há uma cançao chamada 8 anos, que a cantora Paula Toller compôs para seu filho Gabriel que diz, em um certo trecho:
Importante:
Pois bem, querido leitor,eu me enganei. Durante uns 5 minutos (um tempo enorme em televisão) o apresentador, com a filhotinha aninhada junto a ele, falou da importância de adotar e jamais comprar um animal de estimação. Deu endereço da ONG que promove adoção, falou sobre como é cruel a indústria dos filhotinhos, e insistiu na adoção. Terminou dizendo que o filhotinho que segurava, uma cachorrinha aliás, já era dele. E que quem quisesse ajudar a escolher um nome pra bichinha poderia enviar para seu twitter. Beijou a filhotinha, entregou pra alguém da produção e reiterou o apelo à adoção de animais abandonados. A filhotinha adotada estava sob os cuidados do Projeto Cel. Danilo já tem um outro cachorro, recolhido por ele e pela mãe, e que ficou paraplégico depois de muito apanhar na rua.
Pense em quais tipos de pessoas você gostaria de se relacionar em 2012. Esta tem sido minha reflexão nesses dias… Sim, vamos papear um pouco sobre isso!
É possível que um blog “salve” uma vida?
Quando eu conheci a internet, em 2008, tudo o que sabia era que existia Orkut e que dava pra fazer pesquisa sobre tudo.Detestei orkut, aquela cultura da imagem, e pesquisar era legal, mas meio vago, né? Aí descobri os blogs.
Há alguns dias pipocou na mídia a notícia do câncer do ex-presidente Lula. Muito se falou, inclusive no exterior, muito foi dito e claro, muita coisa que se esconde debaixo do tapete apareceu nos comentários que li; coisas boas, mas muitas, muitas idiotices.

Vi uma filhotinha ser adotada assim, a moça olhou pra ela, ela retribuiu, amor à primeira vista. Saíram nos braços uma da outra.

Um dia eu comentei com marido sobre a chateação que era receber comentários ruins, desalmados, cruéis e bobos que magoam a gente e fazem a gente se perguntar porque tem um blog…

Semana passada li 2 posts que me fizeram pensar. Em um deles, no
Faça uma experiência qualquer dia desses: saia na rua e olhe para as pessoas que passarem. Vá a um lugar mais movimentado e olhe as pessoas. E depois diga quantas pessoas iguais você encontrou.

Há cerca de 15 dias aconteceu algo até então inesperado no mundo do futebol: o até então invicto São Paulo levou uma goleada do Corínthians, 5x0. Ouvi o jogo, vi alguns lances. E o que mais me surpreendeu não foi o placar ampliado. O que mais me espantou foram as falhas do excelente goleiro Rogério Ceni.
E eles chegam… ah se chegam!
Você costuma mudar muito? Não, nem digo de aparência, casa ou amigos, mas de posturas e opiniões diante das coisas. Costuma?