Abril 2017 - * Blog Elaine Gaspareto *

Meu primeiro emprego- Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão

em 28/04/2017


Você lembra do seu primeiro emprego?
Eu lembro do meu!
E olha que faz tempo, hein?
Sim, 33 anos, pra ser exata.
Eu tinha acabado de completar 11 anos... outros tempos, onde as crianças pobres partiam bem cedo para o trabalho... ajudar a manter a casa não era escolha, era obrigação, comum à grande maioria de nós...
Senta, vamos papear?

Trabalhar eu lembro de sempre ter trabalhado: com 4 anos nascia meu irmão do meio e eu lembro de mim mesma sentadinha com o bebezinho no colo, tomando conta enquanto minha mãe fazia as coisas de casa.
Com 6 anos eu já lavava roupinha da minha irmã menor que havia nascido em 1978 e com 8 anos eu já sabia cozinhar, limpar, lavar roupa, varrer quintal, e tudo o mais.

Quando completei 11 anos uma amiga minha, mais ou menos da mesma idade, me perguntou se eu queria ficar com o emprego dela pois ela havia arrumado um melhor. Eu quis.
Sentia muita vontade de ajudar meu pai, homem trabalhador, duro, sofrido... muitas vezes vi esse homem chegar em casa e ter cãimbras de tanto cortar cana, numa época anterior à mecanização da lavoura. Era tudo no facão, um serviço brutal, só os fortes aguentavam.
Ou aqueles com filho pra criar.
E meu pai tinha 3...

Eu via o esforço, e lembro claramente de como sentia vontade ajudar, porque eu via como era duro e sofrido. Eu o amava, então ajudar era tudo que eu queria... Sinto falta dessa empatia nas meninas e meninos de hoje em dia...
Mas voltando ao meu primeiro emprego:


Eu fui limpar a casinha de 3 cômodos de uma velhinha que morava nos fundos da casa do filho, dono de uma floricultura que existe até hoje...a floricultura, não a velhinha... que essa veio a falecer alguns meses depois que eu comecei trabalhar na casa dela.
Era uma casinha pequena, eu limpava, arrumava o almoço dela, lavava a roupinha dela...
Trabalhava das 6 e meia da manhã até 11 e meia, deixava tudo arrumado e corria pra casa, pegava os cadernos e corria pra escola.
Lembro que chegava de tarde em casa muito cansada, dormia mal o sol se punha.



Não era divertido, era sofrido, puxado... apenas eu e mais 2 da minha classe trabalhávamos, e eu era tão criança... mas sabe?
Não sinto tristeza hoje em dia, nem sentia na época. Na verdade sinto orgulho. Já sentia isso na época. E sinto gratidão.

Eu era pequena? Sim, era. Loirinha, muito pequena, mal dava conta de torcer lençol, mal alcançava o fogão. Fazia coisas erradas, era repreendida mas fui aprendendo.
Me prejudicou na escola? Não exatamente, mas não facilitou, claro.
Eu "pulei" a infância? Sim, em partes.
Mas não tanto por trabalhar, e sim por ter preocupações tão adultas, e isso nenhuma criança deveria ter...
Enfim.
Dali uns meses, conforme contei acima, a velhinha faleceu. Dona Cândida. Fiquei sem emprego.
E lá fui eu procurar outro, achei... fui ser babá de um menino que hoje é advogado.

Aliás, olha uma curiosidade: de todos os empregos que tive na vida ( foram muitos) só fui demitida uma única vez, da primeira fábrica de calçados que trabalhei. Mas fui recontratada meses depois e só saí dali quando a fábrica fechou.
Sempre era eu que saía pra algo melhor ou então a fábrica fechava, ou o patrão morria... Tanto que de todos os patrões que tive (das fábricas de calçados que trabalhei) só restou 1 vivo rsrsr
Mas isso é outra estória...


Você pode ler isso, de uma menininha tão novinha trabalhando, com peso tão adulto e pensar que foi crueldade, que foi horrível, que foi abuso. Não foi. Foi a minha realidade.
Claro que era ruim, o ideal era ter estudado mais... eu tive que sair da escola quando arrumei trabalho de tempo integral, com 12 anos, e levei 2 anos extras pra terminar aquele período entre a quinta e oitava série (como se chama mesmo, hoje em dia?)


Mas viver isso construiu a pessoa que eu sou hoje, e eu gosto da maioria das coisas na pessoa que sou hoje.
Sou grata pelo trabalho, por cada trabalho que tive.
Toda vez que passo pela floricultura eu lembro da Dona Cândida me ensinando como esfregar roupa, ela sentadinha na cadeira e eu no tanque... lembro de cada coisa que aprendi nos empregos seguintes.... lembro do menininho que eu fui babá e que hoje é advogado.
Lembro de tudo que meus patrões me ensinaram nas fábricas, lembro e sou grata demais!

Meu trabalho, primeiro como empregada doméstica e babá, depois fazendo calçados (e depois fazendo blogs) me trouxe tudo que eu tenho e com certeza me fez ser muito do que sou.
Amo o trabalho, não me sinto prejudicada por ter começado cedo.
Sinto tristeza sim, quando lembro da minha juventude, mas por outros motivos. Nunca pelo trabalho, entende?


O trabalho é bom, quem tem um trabalho que ama é um abençoado!
Eu, desde muito cedo na vida, agradecia pelo trabalho. Eu rezava pelas fábricas onde trabalhava, eu desejava que aquele lugar fosse abençoado porque minha sobrevivência partia dali.
E sempre me senti grata.
Sinto essa gratidão até hoje, por tudo que o trabalho me deu...

E você?
Lembra do seu primeiro trabalho? Do seu primeiro pagamento?
Quer me contar?



Resultado do sorteio


Gravei a execução do sorteio que prometi no post da semana passada: Livros e leitores: uma relação de amor intenso
Aperta o play e veja quem ganhou!!!


Essa postagem faz parte da  da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão
Venha participar com a gente!
Faça seu post, traga seu link para o Painel da Gratidão!
Sim, pode começar (ou retornar) quando desejar!
Vem!!!!




Crédito da imagem que ilustra o post: Shutterstock
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Livros e leitores: uma relação de amor intenso- Blogagem coletiva #52semanasdegratidão

em 21/04/2017

Livros e leitores: uma relação de amor intenso- Blogagem coletiva #52semanasdegratidão

Você sabia que dia 23 de abril é a data na qual se comemora o Dia Mundial do Livro?
Eu sabia, mas havia esquecido. Lembrei (ou me lembraram) esses dias e eu fiquei pensando no quão grata eu sou por ter sido apresentada aos livros, desde cedo.

Mas antes de falar dessa gratidão pelos livros, deixa eu te contar brevemente o motivo da data, 23 de abril, ter sido escolhida para celebrar o Dia Mundial do Livro (e dos direitos do Autor também, aliás).
Vem pra aula de História com a Tia Elaine:

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) criou a data do "Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" para encorajar as pessoas, especialmente os jovens, a descobrirem os prazeres da leitura, e a conhecerem a enorme contribuição dos autores de livros através dos séculos.

Uma tradição catalã ligada aos livros já existia no dia 23 de abril, e parece ter influenciado a escolha da Unesco.
Na tradição catalã, no dia de São Jorge (23 de abril), é costume dar uma rosa para quem comprar um livro. Trocar flores por livros já se tornou tradição em outros países também.


Origem do Dia Mundial do Livro


A Unesco escolheu a data do Dia Mundial do Livro em 1995, em Paris, durante o XXVIII Congresso Geral.
O dia 23 de abril foi escolhido por ser a data da morte de três grandes escritores da história: William Shakespeare, Miguel de Cervantes, e Inca Garcilaso de la Vega.
23 de abril é também a data de nascimento ou morte de outros autores famosos, como Maurice Druon, Haldor K.Laxness, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.

Outras datas comemorativas referentes aos livros:
27 de fevereiro:  Dia do Livro Didático
29 de outubro: Dia Nacional do Livro
18 de abril: Dia Nacional do Livro Infantil
02 de abril: Dia Internacional do Livro Infantil
18 de abril: Dia de Monteiro Lobato
12 de outubro: Dia Nacional da Leitura



Eu sou apaixonada pelos livros desde sempre.
As memórias mais felizes que tenho incluem, quase sempre, um livro. Os dias mais felizes, os momentos mais calmos...
Personagens que conheço e amo como se fossem amigos "reais"... estórias que nunca saem de mim...
Um livro, pra mim, é a melhor companhia da vida!

Lendo tudo que me caía nas mãos eu me tornei, em grande parte, o que sou hoje. A melhor parte de mim, aquela que eu mais gosto e mais admiro, é oriunda dos livros que li e de tudo que aprendi deles.
Sou profundamente grata por cada livro que chegou até mim na época em que isso era raro, onde ter um livro era algo muito difícil pra menina pobre da cidade pequena, da família de trabalhadores rurais que pouco frequentaram a escola...

Sou imensamente agradecida por cada professor que eu tive e que me deixou conhecer o mundo dos livros.
Sou grata especialmente à minha professora dona Nora, que foi a primeira pessoa a me dar um livro.
Aqui tem um texto lindo que fala dela e de como ela abriu minha cabeça para os livros.

Enquanto escrevo e falo contigo, querido leitor, vou me lembrando dos meus livros mais queridos, aqueles que conservo dentro do coração, e na maioria das vezes, na parte mais protegida do meu armário de livros.
Aqueles livros dos quais nunca vou me desfazer... aqueles livros que jamais esquecerei...

Brincadeira premiada valendo 1 livro escolhido por mim que enviarei para você!


Pensando nisso, quero propor uma Brincadeira premiada dentro do post dessa semana da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão.
Você topa?
Vai ser assim, bem simples, como tudo que eu faço, sem exigência nenhuma e sem complicação!
Quer brincar comigo?
Deixe um comentário neste post respondendo:

Qual o livro que, passe o tempo que for, você jamais esquecerá?

Sim, só isso!
Todos os leitores que participarem comentando no post automaticamente concorrem à um livro escolhido por mim, que será entregue em sua casa, sem custo algum.
Basta apenas ter endereço de entrega no Brasil.
Vale um comentário por perfil, ok?
O livro a ser enviado será escolhido por mim, dentre os meus que li e gostei.
Serão 3 ganhadores, e o resultado será divulgado na sexta-feira, dia 28 de abril de 2017.
O sorteio será via Ramdom usando a numeração automática dos comentários do blog.

Bora participar, gente querida?
Diz pra mim:
Qual o livro que, passe o tempo que for, você jamais esquecerá?


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A dádiva de encontrar um homem bom- Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão

em 15/04/2017


Dia 13 de abril foi aniversário do meu sogro. Ele completou 78 anos.
Não sei se já falei dele por aqui, mas é providencial essa blogagem coletiva porque eu quero registrar o quão grata me sinto por esse homem!

Família, ainda mais família na qual a gente entra pelo casamento, pode ser um negócio bem complicado, né?
E sim, quando a gente casa a família vem junto, para o bem e para o mal.
E eu, também nisso, fui extremamente abençoada.
Meus sogros e cunhados são excepcionais. Sério, de verdade.
Mas meu sogro supera todos.

Aqui com os 3 filhos e a única neta

Ele é o pai que eu não imaginava que pudesse existir igual.
Lembro que, no começo do namoro, eu ficava de queixo caído com a maneira de criar os filhos que ele tinha. Tão oposto ao tipo de pai que eu conhecia... não só ao meu próprio pai, mas à maioria dos pais que eu conheci até então.
Generoso, gentil, manso, carinhoso, paciente, dono de muita sabedoria... e acima de tudo, bondoso.

Não há, nesse mundo, algo que supere a dádiva de encontrar um homem bondoso pois a bondade vence e conquista sempre. Um pai e marido (e depois sogro) bondoso faz a diferença na vida da família. Com certeza fez diferença em minha vida tê-lo como sogro!

Os meninos da família

E eu tive a sorte de ter um marido que herdou essas características do pai dele. Não fisicamente (meu cunhado mais velho sim, é muito parecido com meu sogro) mas no coração, sabe? Meu marido e meu sogro são bem parecidos, até nos "defeitos".
E isso enche meu coração de gratidão!!!

Feliz aniversário, pai!
Apenas 78 anos... é muito pouco para o tanto que temos ainda a aprender com o senhor! Que venham muitos aniversários mais! Que sua saúde permita ver o seu Verdão amado campeão muitas vezes. E ver sua neta casar, quem sabe ver bisnetos...
Gratidão pela sua vida, sempre, e pela família incrível que o senhor formou!
Gratidão por ter me acolhido nela...
Gratidão sempre!


*Imagem de abertura do post é uma cortesia Shutterstock.

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Poderia ter sido pior...-Blogagem coletiva #52semanasdegratidão

em 09/04/2017

Com certeza já aconteceu com você: algo ruim sucede, na hora é horrível, você toma aquele "sacode", sofre... mas depois que passa, o sangue esfria, você começa a relembrar o acontecido e percebe que sim, poderia ter sido muito pior.
Já aconteceu contigo?
Comigo já, mais de uma vez. E nessa semana vivi um caso assim.

Na quinta-feira eu caí no banheiro daqui de casa.
Na verdade nem cheguei a cair (falta espaço no banheiro pra alguém cair esparramado) mas escorreguei e meio caí, meio me segurei.
Bati o cotovelo no vaso sanitário, torci o pé direito (sempre ele) e ao me apoiar meio que desloquei uns dedos da mão direita. Ouvi um crack e os dedos incharam.
Falando em inchar, olha meu tornozelo e pé (mas cazunha pintada porque sou dessas):


Dói?
Sim. Demais.
Mas poderia ter sido muito pior.

Fiquei pensando nisso desde então... nas vezes que passei por coisas que poderiam ter sido muito piores e não foram.
Tanto fisicamente falando, quanto na vida mesmo.
Tem horas que relembro algumas coisas e só posso sentir gratidão porque sinto que fui preservada, de algum jeito...

Anos atrás eu vi uma entrevista com o Bernardinho, técnico de vôlei.
E na entrevista ele disse algo que nunca esqueci: no esporte ser o ganhador da medalha de bronze, muitas vezes, é mais incrível do que ser o ganhador da medalha de prata.
É que o 3º colocado venceu, ele quase não conseguiu o pódio, mas por um triz ele consegue a medalha, ele venceu!
O ganhador da medalha de prata, ao contrário, perdeu.
Por um triz ele não ganhou o ouro, foi por pouco...
Observe um pódio com times: a festa do 3º colocado muitas vezes é bem maior que a comemoração do 2º colocado.
Já pensou nisso?

Então, minha gratidão especial da semana é por isso, pelas coisas ruins que acontecem com a gente e que poderiam ser piores...
Gratidão, muita gratidão pelo 3º lugar...
Sempre.


PS:
Sentiu minha falta?
Eu deveria ter postado na sexta-feira, mas não conseguia digitar. Na verdade ainda não consigo, levei bem umas 10 horas nesse post, começava e parava #mimata rsrsrs
Mas não fica preocupad@, tô bem.
Aproveito e peço que você torça por nós: amanhã marido vai no HC fazer uma ressonância muito importante.
Que dê tudo certo, que ele não tenha reação ao contraste, e especialmente que o resultado da ressonância seja bom, seja muito bom!
Torce por nós?




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Os melhores gângsters do cinema

em 04/04/2017

Os melhores gângsters do cinema

Os gângsters mais famosos na tela do cinema


O cinema nos trouxe já muitos personagens místicos de vários gêneros cinematográficos.
Sejam eles personagens de fantasia ou até baseados em histórias reais, o fato é que o cinema imortaliza atores e personagens.
No que diz respeito a vilões e gângsters, é impossível negar que no fundo todo o mundo adora um bom vilão na história; sem eles a própria história não teria o mesmo impato.
No caso de gângsters, a história do cinema nos trouxe vários e alguns perfeitamente inesquecíveis.
Alguns dos maiores mafiosos do cinema têm para sempre lugar guardado em nossos corações.

Essa temática de filme é tão apaixonante que até a indústria dos games vive disso. After nights falls deve muito de seu sucesso à temática de gângsters e crime que serve de história. Poderá encontrar esse jogo num dos melhores sites de jogo online.

Marlon Brando como Dom Vito Corleone

Vamos falar dos gângsters inesquecíveis do cinema?
Sem qualquer ordem de preferência, começo no entanto por mencionar um dos mais inesquecíveis, senão o mais emblemático de todos.
Falamos de Dom Vito Corleone.
Se existe nome mais imortal na história de gângsters no cinema a gente ainda não conheceu, né?

Interpretado pelo eterno Marlon Brando, Vito Corleone é figura central no filme O Poderoso Chefão.
Sua presença é tão marcante e emana tamanho respeito que Hollywood se rendeu e lhe deu o Oscar de Melhor Ator.
Aliás, O Poderoso Chefão é um marco na história do cinema.

Robert De Niro como o jovem Vito Corleone

Anos mais tarde, outro ator, dessa vez, Robert De Niro, encarna o papel dum Vito Corleone jovem e crescendo até se tornar o poderoso chefão e sua presença na tela do cinema foi bem forte, cimentando o carisma desse personagem e dando à Robert De Niro ainda mais fama e popularidade do que ele já vinha ganhando.
O papel cimentou sua posição como um dos melhores atores.

Robert de Niro como Al Capone em Os Intocáveis

Sua fama nesse gênero de filmes é tão marcante que ele entrou nos melhores filmes, além de “O Poderoso Chefão”.
Por exemplo, o seu papel de Al Capone em Os Intocáveis é simplesmente notável.

Joe Pesci em Os bons companheiros

Marcante é também a personagem de Joe Pesci em Os Bons Companheiros. Interpretando Tommy DeVito, Joe Pesci ganhou uma forte reputação como gângster que lhe valeu trabalhos em outros filmes do gênero e até em algumas comédias.
Sua interpretação é bem sólida, fazendo o medo penetrar em nossas peles sempre que ela dá aquela risada e depois dum momento para o outro vira louco.

Scarface

Mas se tem ator interpretando gângster em grande estilo e com toda a naturalidade do mundo tem de ser Al Pacino.
Sim, seu nome quase se confunde com nome de gângster mas suas interpretações na tela fazem dele um dos melhores, senão o melhor.

Filmes como O Poderoso Chefão (filho de Vito Corleone), Scarface com o personagem Tony Montana e sua frase emblemática “Say Hello To My Little Friend” (Digá Olá ao meu pequeno amigo) fazem dele um Deus na arte de interpretar gângster.

Donnie Brasco

Até mesmo em Donnie Brasco, Al Pacino conseguiu roubar protagonismo à Johnny Depp numa atuação poderosa onde ele consegue nos surpreender a cada minuto com suas ações frias, violentas e inquietantes.




Você gosta de filmes assim, com essa temática?
Dos que foram citados no post quais você já viu? De qual gostou?
Conta pra mim, vamos papear?
#elainecinéfila 
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Sobre pessoas que cruzam o caminho da gente-Blogagem coletiva #52semanasdegratidão

em 01/04/2017

Sobre pessoas que cruzam o caminho da gente-Blogagem coletiva #52semanasdegratidão

Você já parou para pensar nas pessoas com as quais a gente cruza pela vida afora?
Não falo dos conhecidos, mas daquelas pessoas que a gente vê uma vez e depois, provavelmente, nunca mais verá.
Já pensou nisso? Em como uma interação única pode marcar a gente?
Vou te contar algo que aconteceu comigo, numa dessas infinitas idas ao hospital para as coisas do meu marido.

Como você que acompanha meu blog talvez já saiba eu, nos últimos tempos, passo mais tempo fora do que dentro de casa. E isso é bem extenuante.
E no hospital, quem conhece lá sabe, tudo é longe. Comprar água é longe, e o sol quente do meio do dia não ameniza.
Ir uma vez a gente vai, mas na terceira vez que preciso andar, seja dentro ou seja fora do prédio, é com muita dor.

É que, além do cansaço normal dos dias e do excesso de peso que não ajuda em nada (bem ao contrário) eu tenho fascite plantar. Não sabe o que é? Veja aqui um resuminho do que é a fascite plantar.
Em poucas palavras é uma inflamação nos pés que causa dor intensa. E ao caminhar bota intensa nisso, é andar sobre lâminas de fogo.
Pois bem.

Num desses dias eu precisei ir comprar água e já tinha andado muito, e a dor estava forte.
Faltava uns 100 metros pra chegar na lanchonete e eu desabei. Não dei conta de dar mais um passo. Sentei num banco e chorei. Sério, eu chorei de soluçar. Chorei o cansaço, a dor, a frustração.
Sinto muita vergonha em dizer isso, mas é a verdade. Chorei... Sozinha.
Até que uma mulher, mais ou menos da minha idade, parou e sentou do meu lado. Eu, pra meu espanto e vergonha, não conseguia parar de chorar. Foi triste, foi constrangedor.

Ela esperou um pouco e me perguntou o que houve.
As palavras não saíam direito, e ao mesmo tempo saíam todas juntas. Falei, meio não falando, que ia comprar água, que não consegui chegar, que estava com dor, que marido estava lá dentro e ia ficar preocupado...
Ela perguntou se era só água, levantou, foi comprar a água (e trouxe suco também) e me ajudou a caminhar até lá dentro de novo, andou comigo, me ajudando como a gente vê os acompanhantes fazerem.
Ninguém estranhou, parecia que a doente era eu.
Marido estava na terapia, nem viu eu chegar amparada por uma pessoa estranha.
Ela me deixou onde eu esperava por ele e foi embora.

Eu não sei o nome dela, não sei se era paciente, acompanhante... não sei onde mora, não sei nada, provavelmente nunca mais vou ver.
Mas naquele dia ela fez algo bom pra mim, me ajudou sem nunca ter me visto.
Fiquei pensando nisso desde então. Em como as pessoas podem nos tocar, e em como a gente pode tocar as pessoas.

Eu não sou a mais simpática e dada das criaturas. Sou reservada, não sou de puxar conversa nas filas, não sou muito sociável. Não gosto de atrapalhar, evito ficar no caminho de alguém, sou daquelas pessoas que prefere passar despercebida, sabe como é?
Mas nesse dia alguém ter me visto foi um motivo de gratidão imenso porque eu estava me sentindo triste, cansada, a dor faz isso, o desânimo também.
Foi ruim chorar daquele jeito, como se o mundo fosse acabar... mas na hora foi impossível controlar.
E receber ajuda de alguém que nunca tinha me visto na vida foi dolorido, foi libertador, me fez sentir humildade... e num momento ruim encheu meu coração de gratidão...

Que eu possa aprender isso pra vida: ser ajuda, sem julgar e sem cobrar explicação, sempre que alguém ao alcance dos meus olhos vier a precisar...
Meu coração se sente grato pelo aprendizado... e pela pessoa que fez diferença naquele dia, naquela situação...


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