Dica de série (excelente): This is Us - * Blog Elaine Gaspareto *

Dica de série (excelente): This is Us

em 09/02/2017

Dica de série (excelente): This is Us

Há séries que chegam na vida da gente assim, despretensiosamente, sem que a gente dê atenção no começo.
A gente lê sobre ela, alguma imagem chama a nossa atenção, mas por vários motivos deixamos de lado.
Até que um dia ela, a série, nos pega de jeito.

E é exatamente desse tipo de série, que te pega pra sempre que quero falar hoje.
Sim, precisamos falar de This is Us, mig@s!


Conheci a série por acaso, li uma resenha por aí e era tão bem escrita que achei que valia a pena.
Assisti ao piloto, que geralmente dá a medida do amor ou do ódio que a série vai despertar em mim.
E foi amor puro, à primeira vista, impossível não grudar na série.
Veja o resumo:

As vezes a vida pode surpreender você.
Com Mandy Moore (Um Amor para Recordar), Milo Ventimiglia (Heroes, Gilmore Girls) Justin Hartley (Revenge), Chrissy Metz (American Horror Story: Freak Show) e Sterling K. Brown (American Crime Story), essa nova e provocativa série segue um grupo de pessoas cujos caminhos se cruzam, fazendo com que suas histórias se entrelacem de maneiras muito curiosas.
Descobrimos que vários deles partilham da mesma data de nascimento e muito mais do que podemos imaginar. 

À partir daqui tem spoilers do primeiro episódio, tá?
Se você não aguenta spoilers pare por aqui e vá ver as outras dicas de filmes e séries que já postei por aqui.
Ok?
Ok.

Já que você ficou, vou te falar da série, o que eu achei do piloto e dos episódios que já vi até aqui.
No piloto vemos Jack e Rebecca grávidos, à espera de trigêmeos.
Coisa mais linda do mundo ver um casal tão apaixonado... é impossível não se apaixonar pelo Jack de Milo Ventimiglia: amoroso, dedicado, apaixonado pela família. E a primeira cena do episódio é ele pelado, bumbum de fora. Tem como ser mais interessante? Tem não...

De Rebecca sabemos pouco no piloto, mas nos episódios seguintes vamos descobrindo a mulher incrível, a mãe maravilhosa que ela se torna...
E Mandy Moore é aquela coisa linda, né? A gente ama só de olhar, e de ouvir (a bonita canta que é uma beleza).


Também somos apresentados aos gêmeos Kevin e Kate.
Ele, um ator de sitcom lindo, perfeito, privilegiado, frustrado, chato...
Ela, uma mulher linda, seriamente obesa, cuja vida gira em torno disso, do peso.
Aliás, numa cena de um dos episódios futuros, ela diz exatamente isso: "Sempre será sobre meu peso. Entro num lugar e fico tensa: será que a cadeira vai me aguentar:  Será que passo naquela porta?"
Kate, eu te entendo.


E há Randall.
Ele foi abandonado recém-nascido na porta do quartel dos bombeiros, enrolado em um cobertor velho.
No piloto vemos sua busca pelo pai biológico, e sem enrolação, o encontro dos dois.
Nada de drama, muito legal a cena.
E o desenvolvimento dessa relação é a coisa mais linda da série, até os 13 episódios que já vi.
Randall é casado com Beth e tem 2 filhas.
Ele é, sem sombra de dúvida, o mais parecido com Jack: pai perfeito, marido perfeito, tô apaixonada... por ele e pela Beth. Que mulher linda, risada gostosa, companheira, apaixonada...



Ao longo do piloto vamos tendo pistas de qual é a relação entre os personagens.
Confesso que matei a charada na hora que o médico que faz o parto de Rebecca diz o nome dele, ou melhor, a maneira como o chamam: Dr. K.
Kate e Kevin, os gêmeos... devem o nome ao médico.


Também desconfiei da linha temporal de Jack e Becca ser diferente dos gêmeos e Randall. Não pelo figurino ou cenários  (que nesse piloto são quase neutros, enganam mesmo, só se revelam na cena do hospital...), mas por detalhes, sabe?
Em 2016 nenhum bombeiro fumaria no berçário de um hospital...
Depois de um capítulo achando que o casal Becca e Jack estão na mesma linha temporal que nós, descobrimos que a história deles se passa há mais de 30 anos.

Aí restava saber o que houve com o terceiro bebê (Becca grávida de trigêmeos, lembra?).
Não é difícil imaginar: ele não sobrevive, e quem vai para casa com a família é o bebê achado na porta dos bombeiros... Randall.
Essa eu só entendi no final, ao ver a foto de família...

Nos episódios seguintes a gente vai entendendo melhor cada personagem, vai vendo exatamente como cada um chegou a ser o que é, e onde está Jack, o big daddy...
Vemos Rebecca, vemos os meninos em fases distintas, a série vai e volta no tempo, é muito legal. É como um quebra-cabeças, a gente quer ver os episódios pra entender como as peças se encaixam.


E elas se encaixam, perfeitamente. Cada pequena cena tem um motivo, cada palavra está no lugar, cada ação tem um porquê.
E tem o elenco!
Muito bom, cada ator perfeito em seu personagem, e as crianças... escalação perfeita!
Impossível não derreter com a meiguice da Kate e a doçura do Randall.
Quero aquele menino pra mim, pessoinha incrível demais!


Um comentário meu:
Em um dos episódios vemos como era a vida de Jack e Becca antes da gravidez. Jovens, recém casados, com problemas, com um amor maior que tudo.
Fiquei pensando em algo que li anos atrás: a gente pensa que a vida dos nossos pais começou no dia que a gente nasceu.


Raramente pensamos neles como pessoas jovens, que iam em bares se divertir, que saíam com os amigos, que tinham os mesmo problemas da gente...
Nunca pensamos na nossa mãe grávida, nas dúvidas dela, nos medos, nas certezas.
Nunca pensamos em nosso pai jovem, com a esposa grávida, surtando.
Nos sacrifícios que ele pode ter tido que fazer...

A série This is Us me fez pensar porque mostra pais e filhos, cada um em sua própria linha temporal, mais ou menos na mesma idade... como é interessante pensar nos pais não como pais mas como pessoas...



This is Us não é daquelas séries grandiosas, bem ao contrário. Ela é intimista, é íntima, é delicada.
Dos 13 episódios que já vi não teve nenhum que não saí com os olhos inchados de chorar.
Mexe com a gente, faz a gente pensar, faz a gente ter fé na vida, na bondade, no amor.


Você já conhecia? Ficou com vontade ver?
Conta pra mim!
Eu não gosto muito, mas como a série ainda não é exibida no Brasil tem a opção de assistir This is Us online.
Dá pra ver online ou baixar :)

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4 comentários:

  1. Não é o meu estilo favorito de serie/filme. Prefiro coisas mais vida real. Amor demais é pra livros, filmes e novelas mas confesso que este recurso de confundir a linha do tempo deixa muito interessante

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    1. Val, mas aí é que está: tudo começa com amor, com dificuldades, com dores e mistérios, e a graça é ver como foi que aquela família acabou, nos dias de hoje, do jeito que está.
      O que houve com o pai? Como a mãe acabou casada com o melhor amigo do pai? Porque Kate mal fala com a mãe? Por que o gêmeo é tão infeliz, sendo que foi uma criança tão alegre? E a adoção? Foi assim tão linda?
      A gente se surpreende à cada volta, à cada ida e vinda na linha do tempo...
      Dá uma chance rsrsrs, é de fazer pensar...

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  2. Oi Elaine! com o Milo V no seriado já dá para se animar, não sei se tenho paciência para assistir online, mas quem sabe...
    Beijos!

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    1. Dalva, e vou dar mais um spoiler: a primeira cena da série é ele, saindo do banho, de costas. Creia em mim, vale o sacrifício rsrsrsrsr

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