Sobre o meu irmão-Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão - * Blog Elaine Gaspareto *

Sobre o meu irmão-Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão

em 27/01/2017

Sobre o meu irmão-Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão

Essa semana eu pensei muito em meu irmão, pensei no quão grata me sinto por ele ser meu irmão....
Pensei nele e em nossa juventude devido à algumas coisas chatas de família, contrariedades que infelizmente aconteceram, e que me fizeram relembrar coisas do nosso passado... sentimentos e lembranças que eu gostaria que estivessem enterradas bem fundo.

Mas o passado é uma coisa estranha, né? É uma porta de vaivém, nem abre nem fecha de vez...
Senta, vou te contar um pedacinho da nossa vida e você vai entender por que sou tão grata pelo meu irmão.

meu irmão e eu- foto de fevereiro de 1977
Sempre quis mostrar essa foto, nossa única foto juntos quando crianças, a única foto dele quando era bebê. Coisa mais linda essas duas crianças, né? Nós... 02/1977

Talvez você não saiba que eu tenho um irmão pois costumo falar mais da minha irmã ou dos sobrinhos.
Mas eu tenho um irmão, do meio, nascido entre mim e minha irmã.
Ele é um homem muito trabalhador, muito esforçado, muito digno e sobretudo muito honesto com suas coisas.
Quando nossos pais se separaram ele não tinha 14 anos, era uma criança.
Um menino que, de repente, se viu sem pai, sem amparo, sem a bicicleta que amava e onde aprendeu a andar sozinho.
Sim, nosso pai, ao sair de casa, levou o que pode, inclusive as duas bicicletas que tínhamos em casa. Cruel, né?

Pois esse menino, de repente, precisou deixar de ser criança e sair pra vender picolé na rua, depois da escola. Pra comprar comida.
Foram dias terríveis, a gente esperava ele chegar da rua com os trocados que o picolé rendia pra comprar arroz, alguma mistura...
Eu trabalhava, mas entre nosso pai ir embora num sábado de noitinha e eu receber o pagamento do mês foram muitos e muitos dias...
Naquela época era costume nosso pai fazer compra da semana no domingo de manhã... e ele foi embora antes, no sábado de noite.
Não havia comida em casa, nem dinheiro, claro, ele levara tudo, tudo mesmo.

Com os dias passando, depois os meses, ele completou 14 anos e aí, meu namoradinho da época arrumou um emprego pra ele, numa empresa de metalurgia.
Era o final dos anos 1980.
Meu irmão deixou a escola pra trabalhar, uma criança jogada no meio de homens adultos. De repente a infância acabou, a adolescência foi pulada e ele virou adulto, quase que da noite para o dia.

Eu trabalhava em fábrica de calçado, ele na empresa de metalurgia, e a gente conseguiu. Nossa irmã era bem novinha, nem 9 anos ainda, e a gente assumiu tudo, todas as contas, comida, tudo.
Éramos 2 crianças... que aprenderam a administrar uma casa, fazer compra, pagar água e luz, comprar gás...

Talvez você se pergunte onde estava nossa mãe enquanto isso acontecia...
Estava lá, mergulhada em autopiedade, chorando a perda do marido, torturando a gente, se recusando trabalhar... ouvi dela naqueles tempos que trabalhar ela não ia, a vida dela acabara e se dependesse dela ia todo mundo morrer de fome.
E, de fato, ela nunca mudou de postura...

Não sinto mais a raiva que sentia por ela ter abandonado a gente, por ter ficado daquele jeito quando na verdade a gente se livrou de um pai e marido violento, que batia, que punia, que agredia, que nunca deu um abraço, que nunca sorriu com os filhos... mas sinto uma imensa tristeza porque não deveria ter sido assim.
Nós éramos as crianças, mas quem se comportou assim, de modo infantil, por anos, foi ela. E ele, que saiu de casa sem olhar pra trás... pra 3 crianças.

Enquanto escrevo isso sinto as portas de vaivém do passado, sinto as lágrimas inevitáveis...
Os sentimentos se transformaram, a raiva dos primeiros anos não existe mais... hoje só resta a tristeza de lembrar que meu irmãozinho  deixou de ser criança e virou adulto sem ter a chance de ser adolescente...

E sinto uma imensa gratidão por ele ser quem é.
Ele virou adulto sozinho, sem pai nem mãe pra orientar, em meio à muitos meninos da idade dele que hoje ou estão mortos ou estão presos.
Daqueles meninos todos só ele e mais 3 amigos se tornaram homens bons e honestos. Curiosamente um desses amigos também cresceu sozinho, uma estória de vida bem parecida com a nossa.

Meu irmão e minha irmã. Amo. Muito mais do que posso expressar, seja em atos ou em palavras...

Meu irmão jamais ficou desempregado, só foi demitido uma vez na vida quando uma fábrica fechou. Fica anos no mesmo trabalho, e sempre recebe convites pra voltar aos antigos empregos. Não deve nada a ninguém, não pede favores, cada coisa que ele tem é conquistada com a força do próprio trabalho.

Ele casou, se separou anos depois, e tem uma filhinha linda, a Beatriz, que é o amor da vida dele.... coisa que jamais achei que veria. Ele é o papai e aquela menininha o ama.
E ele a ama, acima de tudo, eu acho.
Ele reage ao amor dela, entende?

Ela nasceu inesperadamente (eu contei essa estória aqui, tão surpreendente...) e é cativante o amor dela pelo papai.
Tem também 2 sobrinhas da ex-esposa dele, meninas que ele acolheu desde novinhas e que hoje são adultas, uma inclusive é mãe. E o padrinho da primeira filha dela é ele.
Um dia a sobrinha mais nova escreveu sobre ele: "Não foi você que me pôs no mundo mas foi você que me criou e você é meu pai, o pai que eu amo".
Elas o amam, de verdade.

Beatriz, hoje já com 4 anos. Pensa numa menininha que ama o papai... tão bonitinha, tão inteligente!

Ele merece. Muito!
Olho o homem adulto, (cheio de cabelos brancos, vai fazer 41 anos) e só vejo o menino.
Aquele menino que me ajudou a criar nossa irmã, que me ajudou em tudo, a sustentar uma casa, que vendeu picolé na rua pra comprar o arroz da janta... aquele menino que recebia o salário e entregava na minha mão.
Vejo o homem e sinto a mesma vontade de abraçar, de proteger, que eu sentia quando ele era menino.
Não pude proteger como gostaria, eu mesma era uma criança...
Hoje entendo isso, mas já senti muita dor por não ter podido protege-lo...

Veja bem, não é por termos trabalhado cedo que eu sinto muito... não é do trabalho que lamento não ter podido proteger meus irmãos...
Acho que o trabalho é muito bom,  foi o que me fez ser quem sou, em grande parte.
Não é trabalhar cedo o problema... meu marido também foi trabalhar cedo, mas para aprender, para crescer. Jamais deixou a escola e jamais foi posto nos ombros dele um peso tão grande.
É o peso, o abandono, as privações, a dureza daqueles anos, de não ter quem nos amparasse... é disso que eu queria muito ter podido protege-lo.

E justamente por termos passado por tantas coisas é que sou sou grata.
Sinto orgulho dele, morro de amor quando ele me liga e me chama de Tata. Até hoje, nunca me chamou pelo nome, sou a Tata.
E ele ensinou a Bia que eu sou a Tia Tata. Ela não faz ideia de quem seja a tia Elaine rsrsrs

Sou grata demais porque ele cresceu e se tornou um homem bom, cheio de manias, teimoso que só, honesto até dizer chega, responsável, íntegro...
Um homem que é capaz de amar do modo como ele não foi amado, capaz de cuidar e acolher como ele deveria ter sido acolhido, amado e protegido...
Gratidão... é o que sinto quando lembro do meu menino... gratidão é o que sinto quando vejo o homem que ele é hoje...



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Alguém que escreve. Especialista em si mesma. Leitora que lê muito menos do que gostaria. Blogueira por paixão e profissão. Propriedade da Princesa e da Menininha, e de um cachorrinho muito levado chamado Bloguinho. Tentando viver. Sempre.

27 comentários , comente também!

  1. Elaine, que história de vida essa e saber esquecer as coisas ruins, não lembrar delas( procurar esquecer) e seguir. Que bom teu irmão( que hoje é o homenageado aqui) ter dado certo. Bom e ele merece mesmo, na certa! Lindas fotos! bjs, tudo de bom,chica

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  2. Nossa Elaine! Estou emocionada aqui! Irmãos são mesmo grandes companheiros nos momentos difíceis! E você fala com tanto carinho do seu!E que bom que você não tem mais raiva da sua mãe. A pesar dela ter "abandonado vocês" penso que ela não deve ter tido condições emocionais de fazer diferente na época... Também tenho uma história de vida complicada e o que me deixa mais triste é o fato de minha irmã não perdoar minha mãe... Respirando fundo aqui! Enfim tudo acontece como tem que acontecer e penso que Deus não permite que algo ruim aconteça se não for por um bem maior que vem depois!
    Um grande beijo!
    www.acasadaritablog.blogspot.com.br

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  3. Calma. Deixa eu enxugar as lágrimas.
    Mas vc e seu irmão são prova de algo que eu acredito: cada um faz as suas escolhas.
    Tantos por ai com uma história de vida nem tão dura, optam pelo caminho da criminalidade, da desonestidade, tudo baseado na desculpa que a vida foi difícil, que não nasceram em berço de ouro.
    E vejam vcs, venceram trilhando o caminho do bem.
    Já li outros posts seu sobre sua trajetória, e ainda não me conformo com a atitude de seus pais...mas cada um segundo às suas obras.
    Parabéns! Vcs são vencedores.
    Linda a justa homenagem.
    Bjs

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  4. Que em oção, olha chorei muito mesmo, mas parabens , voces sao os herois, aqueles que se dão as mãos e seguem ,paesar de tudo . que lindo .....vencer e vencer, este é teu desafio e estás ai e ele tbem com uma familia linda. que bom que posso ler isto ! obrigada por compartilhar !

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  5. Elaine,

    Sua história tocou no fundo de meu coração.
    A sua gratidão ao seu irmão foi muito profunda, mas eu tenho certeza, que ele pensa o mesmo de você. Vocês dois juntos tiveram que deixar a infância pra cuidar da família. Foi cruel sim o que seu pai fez, foi cruel a forma que sua mãe se acomodou na situação, mas isso contribuiu pra você ser o mulher que é, e seu irmão o homem digno e merecedor dessa homenagem.
    Abraços

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  6. Uau Tata! Vc me emocionou. Vcs são a prova de que, apesar das circunstâncias difíceis, podemos escolher o caminho do bem. Em vez de rancor ou ressentimento, vc cultivou gratidão pelas lições que a vida trouxe. Isso pra mim é sabedoria. Obrigada por partilhar conosco um pedacinho de você.
    Abraços.

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  7. Eu conhecia a tua história, do que já conversamos e do que já li, e essa parte da mãe me entristece mais do que tudo. O dano que os pais podem causar aos filhos é enorme, marcas que não se apagam. Super te entendo. Parabéns pelo post, agradável de ler, e um beijo para a linda Beatriz. Postei agorinha contando coisas que fiz na cozinha. http://www.fernandareali.com/2017/01/na-minha-cozinha.html

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  8. Linda história...quanta emoção nas suas palavras e muito amor. Que família linda que resultou desse dias ruins...
    Muita luz
    Nadia

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  9. Não enxergo a tela estou em prantos!
    As lutas, as dores, o abandono é estranho mais essas coisas tão tristes e que nenhuma criança deveria passar ou sentir fazem de algumas delas pessoas simplesmente maravilhosas, capazes de superar qualquer situação e sentimento, porque? por causa das escolhas.
    Nós escolhemos sermos bons ou ruins, superar ou não, ser melhor que aquele que nos magoou ou não, seguirmos enfrente ou não, vencer ou perder!
    E vocês decidiram lutar e seguir adiante vencendo tudo e todos e isso fez de vocês amigos, cúmplices verdadeiros irmãos. Que exemplo lindo deram para sua irmã e para toda a geração que veio depois disso!
    Que a vida venha sorrir muito pra vocês e pode ter certeza que Aquele lá de cima olha todos os dias por vocês!
    Bjooo na alma querida...

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    1. Oi Elaine esse comentário anônomo é meu, estava no pc do meu filho e esqueci de fazer login!
      Bjooo...

      https://devaneiosdocotidianoo.blogspot.com.br

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  10. Nossa que história ein, a vida é uma caixinha de surpresa, e nem sempre são boas, e algumas só nos fortalecem para mostrar a ela quem é que manda e vocês mostraram que não é preciso muito pra ser forte e encarar a realidade admiro isso nas pessoa, uma família que luta junto permanecem juntos !

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  11. Que lindo saber que a vida permitiu que vocês se fortalecessem com o que o meio oferecia, tens irmãos lindos e o fato de você ter consciência que são a exceção, pois muitos não conseguem se manter unidos e se apoiar. Penso que sua mãe foi uma dessas pessoas, quando não conseguia ir contra a maré e ajudá-los a manter a casa, por vezes as pessoas se deprimem tanto que são incapazes de reagir imediatamente. Desejo que Deus ilumine sempre toda tua familia e aqueles a quem vocês amam.
    Muita Luz e Paz!
    Abraços

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  12. Elaine, uma história triste e surpreendente! Não gosto de julgar, cada pessoa tem uma reação diferente, mas imaginar você e seu irmão tendo que assumir um papel que não seria de vocês...é muito cruel. Meu pai morreu cedo, eu tinha 12 anos e minha mãe sempre batalhou pra nos criar, fui trabalhar cedo também, porque como mocinha eu queria roupas e coisas que a pensão de um salário minimo que minha mãe recebia pela morte do meu pai, não dava, então minha mãe me disse que se eu quisesse teria que trabalhar e eu fui! Mas não tenho rancor da minha mãe, sabe. Ela reagiu conforme aprendeu. A vida é dura e muitas vezes cruel. Que bom que vocês se tornaram pessoas do bem, isso é que é o mais bonito. Parabéns pela superação sua e de seus irmãos! Bjossss

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  13. Nossa Elaine essas postagens nos deixam tão de cara com a verdade, nos identificamos... Através do que o outro fala damos mais valor as pessoas que temos... É lindo! Vc é guerreira desde muito nova. Nossas vidas são pecinhas de quebra cabeças que estão misturados, temos que trocar (experiencia) ou não encaixa! Família linda e abençoada. E vc fez isso, Deus deve estar felizão com vc, um beijo linha flor!

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  14. É muito linda esta história e a gente vê aí uma grande lição de superação. Descobrimos que somos fortes quando ser forte é a única escolha que temos para vencer os obstáculos. Quando todas as condições concorrem para sermos um projeto que não ia dá certo, a nossa busca, o fato de não se entregar reorienta o destino e nos coloca numa nova rota. E aí então olhamos para trás sem mágoa, percebemos o quão mais forte nos tornamos e o quanto tudo que aconteceu nos tornou mais pleno de amor.

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  15. Elaine:

    Realmente tem que ter muita gratidão por esse irmão e por vocês sobreviventes desses pais que não souberam acolheram no momento que mais precisavam. E gratidão por teu irmão não ter repetido o padrão de negligência com a filha.
    beijocas
    Sônia
    www.lugaresdicasecuriosidades.com

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  16. Boa tarde Elaine. Não faço parte da blogagem, mas como tua seguidora e leitora posso me expressar. Ao lê amiúde todo o teu relato me dá mais força e fé para continuar em frente. Desnudastes para o mundo uma realidade de teu viver, sem vergonha de ser feliz e sem meios termos. Grande abraço a tu e aos teus. Fé sempre.

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  17. Chorei do começo ao fim!
    Uma história tão triste (desculpe-me por não ter conseguido não sentir um pouco de raiva de seus pais) mas com um final lindo e emocionante!
    Temos mesmo que aproveitar os momentos de adversidades para nos tornarmos pessoas melhores!
    Uma ótima semana pra ti!

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  18. Elaine querida, que história linda, eu já conhecia uma parte dela, mas fiquei muito muito emocionada. Que família linda e abençoada.
    Escrevi meu post e tb fala de família e reencontro, esto tão feliz, como Deus é bom!~Deixo um bjuivo no seu coração.
    Geralmente posto aos sábados mas não consegui.
    Esta semana visitarei os blogs.

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  19. Que história linda! Mergulhar no passado as vezes doi. Mas o perdão é nosso remédio e a gratidão nossa alta!
    Bj lindo post.

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  20. Poxa!!!!! Emocionante. E que guerreiros vcs foram. Isso sim é ser família. Muitas alegrias aos 3.

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  21. Querida Elaine.
    Gostaria de poder dizer tanto diante da beleza de suas palavras e nobreza de sentimentos. Gostaria de poder expressar ainda mais minha admiração por você e sua grandeza humana.
    Mas deixarei tudo através do meu abraço cheio de carinho para você e seus irmãos que, com amor e trabalho, construiram uma história cheia de dignidade e fraternidade.

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  22. Elaine, que história linda! Dor, amor e superação. Que Deus os abençoe! Bjs

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  23. Texto emocionante! Saudade vai e vem, mas sempre dentro de nós.
    Um abraço!

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  24. Gratidão que também é homenagem nesta linda história de vida mesmo com todos os tons de tristeza que a envolve.
    Superaram tudo isso e multiplicaram o amor!
    Beijo!

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  25. Olá Elaine, história de vida incrível a de vcs. Como é possível, crianças tão pequenas fazendo pela vida e gerindo uma casa, não dá sequer para imaginar. Que sentida homenagem a tempos tão difíceis e à superação. Beijo grande.

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  26. Bom dia, querida Elaine!
    Também tenho um irmão e, hoje, ele está bem com seus problemas do passado um pouco resolvidos... mora num lugar privilegiado que Deus lhe concedeu...
    Gostei muito de ler sua história fraternal...
    Bjm muito fraterno e grato

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