Das decepções, que sofremos e que causamos...

em 22 de fevereiro de 2015

Há mais ou menos uns 15 dias minha afilhada Ana Laura convidou uma amiga de muito tempo (naquela medição de tempo que a gente faz quando tem 15 anos, sabe?) pra dormir na casa dela.
Não era a primeira vez, a garota sempre frequentou a casa da minha irmã, ela e Ana Laura eram amigas desde sempre.
Pois bem...

Ela passou a noite, foi embora na manhã seguinte pois minha afilhada ia trabalhar de babá do filho de uma prima.
Num determinado ponto do dia Ana Laura deu falta de um perfume caro e muito estimado, que ela havia ganho de presente de aniversário em janeiro.
Mexe daqui, remexe dali, procura, colocaram até Luís Otávio pra interrogatório, e nada, o tal perfume havia sumido.

Como a única pessoa de fora que havia estado no quarto da Ana Laura era a amiguinha, minha irmã resolveu ligar pra ela, pra perguntar se ela tinha visto, de repente...
A mãe da garota atendeu, e assim, à queima-roupa, respondeu que sim, a filha havia chegado em casa com um perfume, mas disse que uma tia havia dado pra ela.
Minha irmã então relatou o caso, possessa porque descobriu que havia sido roubo mesmo.
A mãe da tal menina disse que ia apurar e ligaria em seguida.
Não ligou, claro.

Depois de muito tentar minha irmã conseguiu falar de novo com ela, que negou tudo, inclusive que havia visto algum perfume com a filha.
Para resumir: ela, a mãe, encobriu o roubo, e o perfume jamais foi devolvido.
Ana Laura ficou arrasada. Foi-se o perfume novo, foi-se a amiga de anos, foi-se um pouco da inocência...

Na noite de domingo, no auge do bafafá, eu a vi.
Estava abatida, rostinho cansado, até olheiras tinha... me deu uma pena, sabe?
Não pelo perfume em si, mas porque ela experimentou algo muito dolorido: a decepção causada por alguém que a gente gosta e confia.
Perder um amigo assim, e sem chance de volta, é muito dolorido.

Minha irmã disse que era bom, que assim ela aprendia a não confiar tanto nas pessoas, a não levar gente pra dentro de casa, etc... conversa de mãe, conhece?
Eu penso o contrário...
Penso que Ana Laura não está errada em confiar. A gente, quando se afeiçoa à uma pessoa, quando a coloca no roll dos amigos, precisa confiar. Sem confiança não há amizade real. Nem amor, nem afeto.

Mas sei também, depois de tanta experiência de vida, tendo sofrido algumas decepções e tendo causado algumas outras (porque a gente também erra com os outros, e isso também dói...) que medir os outros por nós mesmos nem sempre é sensato...
Sei que confiar abertamente é arriscado e que quase nunca acaba bem... as pessoas falham com a gente, e nós, por outro lado, algumas vezes também falhamos com as pessoas...
Triste mundo esse nosso em que a gente tem que confiar, desconfiando...

É dolorido porque esse episódio vai deixar marcas, e como eu disse, roubou um pouco da inocência dela. É inevitável que ela passe a desconfiar das pessoas agora. Ela é tão jovem, gostaria que demorasse mais tempo pra ela ter essas decepções...

Depois de tudo, conversando com ela, ela me disse algo que me fez pensar no que é a amizade.
Ela me disse que não ficou arrasada porque a menina roubou, embora saiba que é errado, mas ficou arrasada porque a menina roubou dela, Ana Laura.
Ela me disse assim:
"Madrinha, se ela tivesse roubado de outra pessoa eu ia ficar do lado dela, não ia deixar as pessoas xingarem ela,  ia fazer ela devolver, se precisasse eu ia lá e devolvia por ela. Eu fiquei com raiva porque ela roubou de mim..."
Meu coração partiu, sabe?

Infelizmente não há o que fazer em casos assim.
Minha irmã falou, gritou, ameaçou, mas a mãe da menina simplesmente não a atende, e nega tudo, mesmo tendo dito no começo que viu o perfume nas mãos da filha... depois se desdisse na maior cara de pau...
Mãos atadas, e isso deixou minha irmã ainda com mais raiva...

E fiquei pensando na mãe da tal garota.
Fiquei pensando se fosse comigo, se fosse uma filha minha a ladra. Como eu agiria?
Certamente não faria o que ela fez, mas por outro lado, como admitir o roubo? Como agir? Entregar a filha? Protegê-la?
Francamente, eu não sei...

O que você faria?
Tanto se a filha roubada fosse a sua, quanto se a menina que furtou fosse a sua filha.
O que fazer?
Complicado, né?


Alguém que escreve. Especialista em si mesma. Leitora que lê muito menos do que gostaria. Blogueira por paixão e profissão. Propriedade da Princesa e da Menininha, e de um cachorrinho muito levado chamado Bloguinho. Tentando viver. Sempre.

23 comentários , comente também!

  1. Nossa é tão ruim quando confiamos em alguém, gostamos da pessoa, e esta, nos causa feridas tão profundas...

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  2. É complicado a situação...mas acho que a criança se comporta mal justamente porque sabe que vai ter a proteção e não sofrer consequencia dos pais. Se fosse a minha filha eu ia apurar e levar pessoalmente na casa da menina,fazer ela devolver e pedir desculpas.Bjss.

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  3. Oi, Elaine,

    Eu não teria a menor dúvida, eu devolveria o perfume e faria a minha filha pedir desculpas e ainda ficaria muito tempo de castigo!!

    Hoje ela passa a mão na cabeça da filha por roubar um perfume, então ela confia que a mãe vai encobrir qualquer coisa que ela faça... e depois quando for adulta? Roubar, matar, tudo pode? Afinal ela tem quem é conivente com ela. E vamos esperar que o futuro dessa mãe não seja visitar essa filha na cadeia. Sem exageros!

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    1. Miriam, você escreveu exatamente o que eu penso e agiria. Então, faço das tuas, as minhas palavras!
      Beijos
      www.viagensebeleza.com

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  4. Elaine, minha filha (hoje com 15 anos também) costumava "pegar" coisas no supermercado quando a gente ia fazer compras. Costumava é forte, ela fez isso duas vezes. Devia ter uns 6 anos... Depois de conversar, na segunda vez, não teve jeito. Meu marido deixou ela pra trás no supermercado, dizendo que ela não era mais filha dele, porque a filha dele não roubava. A alguns passos de distância, acompanhamos a atitude dela que foi a de devolver o que ela tinha pego - e que eu nem me lembro mais o que era - e desse dia em diante, tudo o que ela queria, ela pedia. É assim até hoje.

    Moral da estória: pais e mães precisam em primeiro lugar ser firmes. Não somos "amigos" dos filhos, somos pais e mães. Segundo, pais e mães precisam conversar e muito com a moçada. Muito mesmo. Nem sempre resolve, mas daí podemos dizer: viu, eu falei rsrs como todo pai e toda mãe já fez na vida.

    E terceiro, quando palavras não fazem efeito, o jeito é a experiência. Nada ensina mais a alguém o que não se deve fazer do que a experiência própria. Porque mãe falando é isso. Mãe e pai nem sempre conseguem. A menina então é uma criminosa? Não. Talvez apenas ela não tenha a firmeza necessária em casa para se espelhar em um bom modelo. Penso até que própria mãe já deve ter feito o mesmo, pela própria atitude de "proteger" a filha... O que eu faria? Levaria a moça até a casa de sua irmã, devolveria o perfume e a faria pedir desculpas. O mínimo, certo?

    Nosso exemplo de vida é a melhor maneira de ensinarmos aos nossos filhos. Entendo sua irmã, pois em algum ponto da vida é preciso amadurecer, não sei se aos 15 anos, não sei em que idade. Sei que a vida é dura, as pessoas são ingratas e difíceis, o mundo hoje vive na base do "venha a nós" e ao vosso Reino, nada. Faltam valores dentro de casa, parece simples, mas não é.

    Enfim, triste. Para todos.

    beijossssssss

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  5. Cara se fosse minha filha eu com certeza faria ela devolver e se desculpar, faria entender que aquilo É errado, e que jamais pode se fazer isso, seja a pessoa amiga dela ou não.
    Mas acredito que esse tipo de ensinamento deve ser feito enquanto a criança ainda é pequena, depois que cresce é quase impossivel se corrigir, ainda mais se os pais passarem a mão na cabeça e apoiar. Tem que ser braço firme para tudo de errado que eles fazem.

    Se não adiantar, nada do que um "teatrinho" não resolva, primeiro faça ela ter algo que goste muito "roubado" e sentir na pele o quanto aquilo é ruim.
    Se não resolver, continuando o "teatrinho" peça ajuda de algum policial na hora ou alguém disfarçado de policial e que vai "prender" a criança pelo que ela fez. Esse medo que ela sentirá, rapidinho ensinará uma grande lição! E apesar de ser só um teatro e uma farça, a criança jamais esquecerá.

    Beijos Sem Drama
    http://BlogSemDrama.blogspot.com

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  6. Que cena triste :/ tão nova e sendo traída pelos amigos tão cedo.. Enfim com certeza que vai-se lembrar sempre de tudo isso um dia mais tarde.
    Eu não tenho certeza do que faria, mas mentir e cobrir a minha "filha" isso não faria. Assim a filha ia pensar que afinal não é tão feio roubar, até a mãe protege-lhe então supostamente ela pode voltar a fazê-lo.
    A educação vem dos Pais e culpamos as crianças sendo que a culpa de tudo isso é dos próprios familiares em "geral". Bjs

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  7. Que pena que sua afilhada descobriu tão cedo o que é traição!
    Na vida passamos várias vezes por isso, mas como adultos o sofrimento é menor, creio eu.
    Sua menina está começando a conhecer como é a vida. Que não é só contos de fada.
    Quanto a outra menina, já tem o aval da mãe e vai continuar fazendo a mesma coisa muitas vezes.
    Tomara que mude, para futuramente não correr o risco de ser presa .......
    Amizade sincera não é coisa tão simples, sabemos disso.
    Mas quando é verdadeira, vale demais!

    Ótima semana para você.
    joturquezzamundial
    Beijos.
    joturquezzamundial

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  8. Triste pela a péssima experiência tão cedo, nessa fase ela deveria ainda estar no auge dos melhores amigos, segredos, confiança e tal. Mas infelizmente no mundo em que vivemos hoje isso é quase impossível, tememos por tudo e por todos, ficamos em alerta em relação as amizades dos nossos filhos, coisas que sabemos que na nossa época era uma preocupação bem diferente...crianças hoje estão fazendo coisas absurdas, e muitas das vezes com os pais acobertando. Sinto pela sua sobrinha, pela decepção, mas fico na esperança que ela tire apenas o que for proveitoso dessa experiência e não se feche para novas amizades, e sinto muito mais por essa menina que perdeu uma amiga, perderá outras e sabe lá qual será o futuro dela em consequência de sua criação...proteger o filho é uma coisa, acobertar erros criar um adulto sem princípios e limites.

    Eloá Marques
    www.projetandovencedores.blogspot.com

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  9. Olá Elaine, li com atenção seu texto (adoro quando vc traz para o blog temas que nos levam à reflexão) assim como os comentários das leitoras. E sim, se fosse minha filha, faria ela devolver , pedir desculpas, e explicaria a ela, com muita calma, que não se pode ter esse tipo de atitude, nunca. Mas me vieram outros pensamentos à cabeça: será que essa menina não sofrerá de cleptomania e sua mãe nega? será que fez de propósito, ou está sofrendo do distúrbio e precisando de ajuda? pois me custa a crer que uma garota tire da amiga por tirar, e que a mãe num primeiro momento reconheça e a seguir, negue. Enfim, fica a reflexão. Beijo e excelente semana!

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  10. Oi Elaine,
    Eu vivi uma situação semelhante na idade de usa afilhada, pois uns amigos (eles eram da mesma família), roubaram um disco que era meu. eu vi o disco na casa deles com a minha assinatura no rótulo e tudo. Eu adorava aquele pessoal, mas acabou a confiança. A amizade passou a de conhecidos distantes. Até hoje, quando tenho algum contato com algum deles, me vêm a mente o "levar vantagem da parte deles". Eles se tornaram pessoas decepcionantes para mim. Eu perdi um dico, mas eles perderam uma amiga, perderam a imagem que eu tinha deles. Em lugar de amigos, vi que tinha os tais "fura zoios".
    Quando eu tinha 5 anos me encantei com o dado de um joguinho de uma amiga e coloquei no bolso. Minha mãe encontrou o tal dado e perguntou de quem era. Eu disse. Pois bem, ela me pegou pela mão e me levou até a casa da minha amiguinha e disse que eu tinha algo a devolver. Nunca me esqueci da lição e isto fez com que visse minha mãe, por toda a vida, como uma pessoa honesta.
    Acho que a menina que roubou não perdeu só uma amiga, mas perdeu a credibilidade que tinha em sua mãe, pois o que restou para ela foi um perfume e uma mãe desonesta que não soube ensinar uma lição de vida. Esteja certa que este perfume, na pele desta menina, vai ter o cheiro ácido da desonestidade.

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  11. Elaine,
    acho triste o que aconteceu. A mãe da menina poderia aproveitar fato para tentar corrigir e consertar a situação. Mas o que aconteceu, provavelmente, é que ela ficou envergonhada e preferiu escolher a saída mais fácil e não a melhor solução.
    Beijos

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  12. Se eu fosse mãe da Ladra eu mesmo iria lá devolver o perfume e me desculpar pela minha filha e em casa a coisa ia ficar séria. mães que agem acobertando os erros dos filhos, protegendo-os contra as consequencias de seus erros na minha opinião acabam por reforçar o comportamento negativo. AMAR É TBM CORRIGIR!
    Ontem assisti um filme no NETFLIX o nome do Filme é: EU SOU DAVID. que era uma criança que cresceu em um campo de concentração nazista e só conheceu mais o lado ruim das pessoas do que o bom, o que a fez perder a confiança nas pessoas e teve que aprender a redescobri-la quando conseguiu fugir!

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  13. Nossa que história hein!!
    Se a menina (a ladra) fosse minha filha, faria ela assumir a culpa, devolver o perfume e pedir desculpas (claro!), além de ter um castigo bem merecido.

    Sei como é horrível essa situação, ainda mais em alguém em que confiamos. Eu e minha mãe já passamos por isso, e sabe o que é pior? Era alguém da família (distante). Nunca mais tivemos nossos objetos de volta, e hoje em dia, o clima ficou tão pesado (não foi assumido a culpa, mesmo tendo certeza), que perdemos até o contato com a dita cuja.

    Eu fico pensando assim, se hoje é um perfume, o que será amanhã? Se a mãe não coloca limites desde cedo, como vai ser o futuro dessa menina? Pode até virar uma ladra de verdade, ou pior ainda, se perder na vida, virar uma drogada no qual vende objetos roubados, ou ainda pior.

    Fico com uma tristeza profunda em ver essa situação, é muito ruim mesmo, perder a confiança de alguém que gostamos, e ainda por cima, perder a inocência, como a sua afilhada perdeu.

    Quanto a sua irmã, na minha concepção, ela agiu certo, em tentar recuperar o perfume e a menina assumir a culpa, infelizmente de nada adiantou.

    Visite meu Blogs: www.enilaxavier.com.br
    www.cantinhodaamiga.com.br

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  14. Complicado mesmo,em todos os sentidos, o correto seria a mãe da amiguinha levá-la de volta e devolver com pedidos de desculpas. lamentável sua afilhada passar por isso, entrou em contato cedo demais com a hipocrisia. Uma lição dura de aprender.
    Abraço!
    sonia

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  15. Olha a parte mais dolorosa acho que é a traição que sua afilhada sentiu. Claro que a história tá toda errada, a mãe nunca deveria ter feito o que fez... mas a traição de uma amizade é uma coisa tão terrível que só quem sente entende. Eu já fui traída por um amigo, amigo de ter como irmão...e dói, mas isso me aconteceu aos 30, ninguém merece sofrer isso ao 15...

    Mas se ela tiver o seu DNA ela passa por essa... de cabeça erguida e sabendo que há muitos traidores, mas há gente muito boa, ela vai aprender !!!

    Que a dor passe logo, acredite se quiser a minha dói um poquito até hoje !!!

    Bjus 1000 meu, #asumida, mas que aparece, srsrsr

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  16. Elaine, nós duas já tivemos algo roubado por um amgo em quem confiávamos. Nao foi perfume, mas foi muito decepcionante, tu bem sabes. Fica um vazio, um luto, porque a gente sabeq ue a perda é para sempre, a pessoa morre pra gente.

    A mãe da ladra errou feio, e vai pagar caro, pois perdeu a chance de agregar aprendizado de honestidade à vida da filha, levando-a a devolver o objeto e se desculpar pessoalmente. Hoje um perfume, amanhã um cheque, assim vai.

    um abraço pra Ana Laura. bjs

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  17. Oi Elaine !

    Situação difícil, né? É tão ruim quando a gente se decepciona com alguém. ..e quando é com um amigo é incrivelmente pior. É como um pedacinho do coração que quebra.
    Eu ainda sou das que acham que não devemos desacreditar de tudo, assim como você disse não devemos deixar de confiar...sei lá eu não desisto tão fácil. ..
    Mas quanto a mãe da garota, acho que o papel dela foi ainda pior. Apoiando um ato assim, um roubo, ela está deixando de ensinar o que é correto. Não tenho filhos, mas acho que eu tentaria esclarecer, tentar entender o porquê ela fez isso,mas também tentaria corrigir.
    Espero que sua afilhada fique bem.

    Beijos, Renata
    Palpitando em tudo

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  18. É incomôdo para muitas mães, mas desde sempre achei que pai e mãe são em grande parte responsáveis pela atitude de seus filhos.
    A menina roubou descaradamente o perfume, porque a educação dela foi permissiva. A mãe não acha isso errado, tanto que protegeu a filha. Ah é filha! Mãe tem que proteger, mesmo. Não, não e não! Mae e pai são pra formar carater, para educar. Quem ama educa! Quem ama não faz vistas grossas para os erros dos filhos, até porque amar não é ser cego, amar é, apesar de todos os defeitos continuar amando.
    Triste familia esta com valores tão deturpados

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  19. Ai gente,
    Eu nem consigo pensar em como agiria ou pensaria.
    Sei que ficaria muito envergonhadaa, em qualquer uma das duas posições das mães.
    Sou bestinha rsrs
    Se fosse a mãe da que roubou acho que confessaria, devolveria e nunca mais teria coragem de olhar na cara da outra mãe.
    E se fosse a mãe da Ana Laura por mais triste,decepcionante e o certo de se fazer eu ligaria também mais morrendo de vergonha de ter certeza de toda a desconfiança.
    Enfim uma espada afiada que corta dos dois lados.
    Dificil, muito dificil ...

    Beijos
    Mari

    commarifernandes.blogspot.com.br

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  20. Ow... que pena... lendo seu post ontem, me deu uma peninha da sua afilhada, pq quem nunca se decepcionou com alguém né? As piores decepções, com certeza, são aquelas cometidas por aqueles que nós confiamos e depositamos toda a nossa amizade e fraternidade, mas Elaine, diga a ela que ainda bem que foi só um vidro de perfume, embora ela gostasse muito, mas já pensou se esta garota continuasse convivendo com afilhada e mais para frente, causasse nela uma decepção beeeem maior que esta? Pois quem rouba um vidro de perfume de uma amiga fiel, com certeza, não terá pudores em roubar o namorado também! Mande meu abraço carinhoso para Ana Laura e um grande beijo para vc!

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  21. Oi Elaine, lembrando aqui que quando menina, uns 7 ou 8 ano, tirei- ou seria, roubei- dinheiro da carteira da minha avó para comprar pão doce na padaria...A verdade é que não me sai dessa de boa, apanhei um bocado. não sei se essa deveria ser o modo de tratar o caso, mas foi assim que aprendi e nunca mais fiz.
    Essa mãe ensinou que se fizer o errado pode se safar e ainda terá o apoio dela...Muito triste essa falta de orientação que pode mudar um destino...
    Imagino a tristeza de sua afilhada, de repente foi um impulso da amiguinha sabe-se lá porque...Podia ser diferente, não é mesmo!? Que ela fique bem!
    Beijos

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  22. Uma das dores mais doloridas, a de perder um amigo,

    :(

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