Sobre preconceito, o meu e o seu

em 20 de setembro de 2014

Dias atrás, em partida válida pela Copa do Brasil vi, incrédula e chocada, um negro reagir aos insultos racistas que recebia durante o jogo.

Quando digo que fiquei incrédula não me refiro à imagem humilhante (para mim) da bonita jovem gremista gritando, à plenos pulmões, seu racismo e sua falta de educação diante das pessoas e das câmeras. E do coro que inúmeros outros gremistas fizeram naquela partida, imitando o som do que eles consideram ser um macaco. E sim, havia negros entre os que faziam gestos e sons... jamais entenderei isso...

Não, demonstrações racistas e preconceituosas não me espantam, embora me façam descrer um tantinho mais das pessoas. Embora me façam pensar que algo deu muito errado com nossa espécie humana...
Não me choca porque eu sei muito bem o quanto somos, nós, brasileiros, um povo racista, sexista, xenófobo e preconceituoso. Temos preconceito de cor, de sexo, de origem, de religião, de peso, de altura, de largura, de tudo... Negar que há racismo no Brasil é tapar o sol com uma peneira furada...

Mas ver o goleiro do Santos reagir com firmeza me deixou pasma.
Porque a gente está acostumada a ver a vítima se calar, fazer de conta que não ouviu, não comprar a briga, evitar o confronto. A gente está acostumada a ver a vítima  baixar os olhos, se curvar, sentir vergonha... sendo que a vergonha não é da vítima, é do agressor. Ou deveria ser, se esse fosse um mundo com sentido.
Seja a vítima de racismo, de estupro, de abuso, de homofobia, de gordofobia... a vergonha deveria sempre ser do agressor...

No dia seguinte ao jogo vi uma entrevista do Aranha.
Ele disse algo que jamais vou esquecer, e que me lembrou de um amigo meu, do passado.
Na entrevista Aranha disse:
"Eu não sou aceito, eu sou tolerado. Me toleram porque posso pagar a casa onde moro, porque sou goleiro do Santos. Mas jamais fui aceito".
Você tem ideia do que é ter essa consciência? A consciência de que é tolerado e não aceito de fato? Confesso que caí no choro com aquela entrevista...

Imagem Pinterest
Depois da repercussão do caso do goleiro Aranha vi muitas outras coisas, e nesse mundo virtual a gente vê mesmo muita coisa. Vi muita gente criticando a atitude dele, que ele exagerou, que devia ter se calado.
Vi gente dizendo que "só podia ser preto mesmo"...
Vi gente falando que futebol é assim mesmo, que não há o que fazer. Que os cantos racistas do Grêmio existem há décadas.
Sim, é verdade.

Porque até 1952 o Grêmio não admitia jogadores negros, enquanto o rival Internacional tinha negros entre seus atletas.
Por isso o canto racista, que antes era destinado ao Inter e agora é "oferecido" a todos os jogadores negros:
"Somos campeões do Mundo
E da Libertadores também
Chora macaco imundo
Que nunca ganhou de ninguém
Somos a banda mais louca
A banda louca da Geral
A banda que corre
Os macacos do Internacional"
 Mas antiguidade não legitima o racismo, ou pelo menos não deveria...

Felipão (nem me espanta, típico sujeito preconceituoso, sexista e arrogante), o técnico gremista, insinuou que a culpa é do Aranha.
É, talvez seja. Ele tem culpa de ser negro. Assim como Tinga, o juiz Márcio Chagas da Silva, e tantos outros dentro e fora do mundo do futebol. No Brasil e no mundo.
Pelé (quando calado, um poeta) também disse que Aranha exagerou.
Afinal, se tivesse ficado calado nada disso teria ocorrido, né?

Bem semelhante aos negros que imitaram macaco no jogo onde tudo começou, fazendo coro ao que ouviram a vida toda. "Eu aguentei, aguente também".
Triste...
Fonte da imagem

Vi também gente defendendo a moça bonita que o atacou.
Vi as notícias de que a casa dela foi atacada porque um desequilibrado qualquer "sentiu nojo do que ela fez", foi lá e incendiou a casa da família dela.
Eu a vi pedindo perdão (e vi Aranha se recusando fazer as pazes, correto ele, pra que fazer média com a mídia?), eu a vi em programas de televisão justificando o injustificável.

Ela agora parecia ser a vítima, e de certo modo talvez seja... vítima de si mesma, de uma forma de pensar tão arraigada que parece ser a única...



 E vi também algo curioso: ela foi a única punida pela justiça, curiosamente uma mulher... sendo que as câmeras captaram tantos e tantos homens fazendo exatamente (ou pior) o mesmo que ela fazia. Algo para se pensar...



O Grêmio reagiu, fez declaração, puniu associados. Não somos racistas, bradou a torcida.
Acreditei que ficaria a lição, e começaria a evolução, a conscientização...
Como sou besta!

Santos e Grêmio se encontraram de novo, desta vez pelo Campeonato Brasileiro.
A cada toque que dava na bola Aranha ouvia:
"...ão ão ão o Aranha é alemão" e mais algumas coisas que me recuso a publicar.

A torcida gremista presente no estádio assinou embaixo do grito destacado de MA-CA-CO que a moça dera dias antes, no começo de tudo. No jogo de quinta-feira uniram suas vozes à voz dela e o grito de MA-CA-CO ficou infinitamente mais forte.
Sim, a torcida fez isso: acrescentou ainda mais covardia à ofensa, daquele jeito cruel, sem possibilidade de defesa, com ironia, com superioridade fria, com covardia e com requinte de crueldade.

Afinal não há na lei nada que condene chamar um negro de alemão...de corno, de viado.
O racismo, a repulsa, a agressão estiveram presentes o tempo todo. Foi um triste espetáculo. Senti vergonha de ver pessoas fazerem isso com outra pessoa.
Mas não será punido.
Ninguém falou a palavra macaco... mas todo mundo ouviu MA-CA-CO ser gritado à plenos pulmões...


A entrevista que citei no começo do texto me recordou vivamente o meu amigo Paulão, que se mudou para Juíz de Fora para estudar Design de interiores.
Ele, negro, um dia me disse:
"Você nunca vai saber o que é ser negro nesse mundo. Quem nasce com a pele clara, olhos claros, cabelo loiro, nunca vai saber o que é entrar em uma loja e as pessoas se agruparem, e os vendedores ficarem mais atentos.
Quem nasce branco nesse mundo já nasce com vantagem.
A gente, que é negro, não é aceito, é suportado."

Eu tinha menos de 20 anos quando ele me disse isso, e jamais esqueci.
Eu jamais esqueci o que ele me disse, e jamais deixou de doer em mim essa consciência, porque, sabe?
Ele falava de algo que conhecia, que sentia na pele todo dia. E eu não faço ideia do que ele suporta na vida sendo negro. Por mais que eu tente eu só posso sentir empatia. E isso é muito diferente de sentir na pele...

Preconceito todos temos, ou tivemos em algum momento da vida.
Seja de cor, de sexo, de religião.
Quanta gente eu vejo que ficou horrorizada com o racismo mas tem a mesma atitude em relação aos homossexuais, por exemplo?
E quantas pessoas que empunham a bandeira da luta homossexual e agem com extremo preconceito contra evangélicos?
Mas em algum lugar o elo dessa corrente de ódio tem que ser rompido.
Que seja em mim, que seja em você.


Pra encerrar vou te contar um caso que presenciei há uns dias e que mostra que sim, é preciso reagir sempre! Porque quem cala, consente...

Fui ao HC com meu marido em Ribeirão Preto e na volta passamos em um supermercado.
Na fila do açougue, enquanto esperava minha vez, vi um cliente chamar com um dos atendentes:
"Eu quero tal carne, o negão ali está fatiando. Ô negão, que carne é essa?"
O rapaz não respondeu, nem se virou.

O cliente repetiu a gracinha, os demais atendentes cutucaram o açougueiro. Que, pasme, reagiu:
"Meu nome é Júlio César, não é negão não".
Os atendentes riram, um pouco desconfortáveis, o cliente riu, meio sem graça.
Júlio César não sorriu, nem riu pra amenizar a reação.

Olhou firme o cliente e depois me atendeu. Muito bem, por sinal.
Dignidade.
Eu estive frente a frente com ela.
Valeu, Júlio César, que trabalha no Savegnago da Vila Vírginia.









Alguém que escreve. Especialista em si mesma. Leitora que lê muito menos do que gostaria. Blogueira por paixão e profissão. Propriedade da Princesa e da Menininha, e de um cachorrinho muito levado chamado Bloguinho. Tentando viver. Sempre.

16 comentários , comente também!

  1. Que texto perfeito Elaine...que tristeza esse racismo velado que oculta o desejo de ferir outro ser humano...
    Parabéns!!!!

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  2. Excelente texto.
    O mais engraçado é que o brasileiro não deveria ser racista porque somos uma nação miscigenada.
    Será que eles não lembram que em quase todas as famílias existiu um pezinho na cozinha?
    Um lindo e abençoado final de semana para vocês.
    bjs

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  3. Uma triste realidade que não se encerra com este episódio. Um belo texto!
    Abraço!
    Sonia

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  4. Parabéns pelo texto, é muito legal pessoas que tem um grande público manifestar sua opinião sobre essa questão e sobre todo tipo de preconceito, eu particularmente concordo que a menina não deveria ser a única punida, e queimar a casa ou apedrejar é um exagero, a sua maior punição definitivamente foi ter tomado conhecimento da própria ignorância.

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  5. Olá! Concordo plenamente com suas palavras. Meu esposo é negro e eu vejo nos olhos das pessoas o preconceito. Mas graças a Deus ele não se deixa abalar e nem se sente inferior a ninguém por causa da cor da pele dele. Sou uma grande admiradora do meu marido, porque apesar de tudo que ele passou, conseguiu conquistar muito mais do que ele sonhou para sua vida. Obrigada pelo post, querida!

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  6. Um texto muito bom. Em Portugal também se diz que não somos racistas , nem temos preconceitos de qualquer espécie. Dizem até que "todos diferentes, todos iguais"Mas é só da boca para fora. Somos sim racistas, temos preconceitos, com os negros, com os ciganos, os estrangeiros, os homossexuais etc. etc.
    Pessoalmente eu não entendo isso. Eu acredito que só o bem e o mal distingue as pessoas. O resto não tem qualquer valor.
    Um abraço e bom fim de semana

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  7. Sem palavras...você, mais uma vez, deu voz à tudo o que eu penso e acredito. Obrigada.
    Beijos acompanhados das lágrimas que teimam em fugir dos meus olhos, tristes por tanta falta de amor...
    Cris

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  8. Acho, Elaine, que atitudes como a do rapaz, o Júlio César, são as que valem. Ele simplesmente se colocou no lugar dele, um homem, com nome, que é sua identidade.
    Não somos brancos, pretos, amarelos, índios, somos gente. Humanos. Cada um tem que pegar sua fala, seu papel nessa história da vida.
    Não é nossa indignação que vai acabar com o racismo, ou qualquer outro preconceito.
    É a atitude de quem é atingido. Não se "coitadizarem".
    Eu tenho amigos e parentes negros, mas só os vejo como pessoas, não têm cor diferente, uns dos outros. E eles também se veem assim, são engenheiros, administradores, com pouco dinheiro para estudarem, mas com garra para vencer, o que aconteceu. Exatamente como meu filho, que é louro de olhos azuis.
    O maior entrave é que achemos que quem é alvo dele é um pobre-coitado, sem chance na vida. Isso é negar Deus, né? Ou não é verdade que, aos olhos Dele somos todos iguais?
    Enquanto o negro aceitar ser discriminado, ele sofrerá.
    Hoje vi um banner dizendo: "Não sou descendente de escravos. Sou descendente de pessoas que foram escravizadas", e a figura de uma senhora negra.
    É isso aí, orgulho de ser, sejamos brancos ou negros.
    Beijo.

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  9. Elaine, percebo que você se ama muito, porque só uma pessoa cônscia de seus valores, tem uma postura como a sua. Parabéns, não adianta prender ou multar o que não podemos tirar da cabeça. Tudo é uma questão de atitude, de que adianta eu não conceber e nem aceitar a discriminação, se eu me calar diante de fatos como estes, se me omitir estou concordando. Seu texto é pontual, obrigada pela lição, abraços carinhosos
    Maria Teresa

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  10. Oi Elaine,
    Mais uma vez, parabéns pelo post. Racismo é uma forma de injustiça, uma das ais cruéis. Se há alg que me revolta é a injustiça! eu nem consigo expressar direito a revolta que sinto.
    Fiquei muito chocada com a atitude da torcida.
    Bjs

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  11. Sabe Elaine, lendo seu texto eu me lembrei da minha adolescência
    E me pego pensando se o preconceito é só pela pessoa ser negra, ou por ser pobre ? no meu caso por exemplo, fui chamada de loira aguada, loira oxigenada, bicho de goiaba e tantas outras coisas que melhor nem escrever, e eu era loira, branca de olhos azuis(como sou até hoje!) e agora penso, será que me ofendiam dessa forma pq eu era pobre? Se eu tivesse nascido em uma família rica, que tivesse recursos financeiros para me colocar em colégios de crianças ricas, eu teria passado por isso?
    É difícil entender, isso era bulling(que no meu tempo nem existia a palavra) ou era racismo também?
    Não sei, acho que na verdade isso faz parte do ser humano infelizmente, de não aceitar o que é diferente
    eu fui criada com negros, gays e para mim isso de preconceito nem existia, eu sequer sabia o que significava, fui aprender na escola
    Eu tive uma vó de coração que era negra ela dizia sou sua vó preta vó Maria do Carmo
    Minha mãe sempre trabalhou com antiguidades, decoração e muitos dos clientes dela eram gays, e eu também não sabia nem o que era, pq como vivia no meio deles, para mim eram pessoas, amigos,clientes da minha mãe, só
    Frequentavam minha casa, e eram pessoas tão distintas, tão finas, eu olhava com tanta admiração
    Acho que talvez o que é diferente cause algum constrangimento pelo fato de não conhecer , de não conviver
    Eu acho profundamente lamentável o que esses gremistas fazem, acho que não justifica dizer que isso faz parte do esporte, pra mim isso é questão de educação mesmo
    Como vi numa reportagem do JN senão me engano, alguns gaúchos que diziam que não queriam os haitianos lá pq traziam doenças com eles ! Achei aquilo de um profundo mau gosto e desrespeito
    Acho que a verdade é que ainda temos muito, muitoooo a evoluir, e pra isso ainda vai levar muito tempo
    Beijo Elaine

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  12. Muito bom texto. Li atentamente. Fiquei pensando no que ouvi na rua esses dias sobre o Aranha. Um rapaz falou: esse cara não gosta de macaco e gosta de aranha. Ambos são animais. Ele sustenta esse apelido ridículo a anos.
    Já sofri preconceito quando era criança. E lembro até hoje. Minha família tinha sotaque nordestino e aqui em Minas era uma novidade e todos riam da gente na escola.

    Bjs Luzia

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  13. Oi Elaine !

    Infelizmente a gente, desde criança, vai crescendo e vai ouvindo todo o tipo de preconceito da boca de pessoas que convivem com a gente. Não dá pra mentir eu cresci ouvindo um monte e a maioria em tom de brincadeira, outros não, porém, graças a Deus, também soube separar, entender e aprender que nada disso é legal. Não sou santa, confesso que dou minhas derrapadas de vez em quando, mas procuro extirpar esse resquício que teima em surgir de vez em quando.
    Achei muito digno o Júlio César de manter sua firmeza em ser tratado pelo seu nome. É assim que deve ser.

    beijos, Renata
    palpitandoemtudo

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  14. Amiga,

    Ao curtir sua publicação, eu publiquei um "senhor" comentário!
    Vou colar ele aqui de novo...

    Eu não posso falar que não tenho preconceito; pq infelizmente na hora da raiva ele se aclara! Mas sabe? O povo do mundo inteiro que utilizou mão de obra escrava, deveria não se orgulhar e sim se ridicularizar... Foram os negros, os índios e todos os outros que realizaram as atividades que o "branco" se recusava a fazer! Pois sempre se acharam "superiores", esquecendo-se que o sangue que corre nas veias é vermelho e não de "cor diferente"! Temos que aprender a reconhecer nossos erros! Faz bem pra alma!

    bjo no core! Boa semana para vc!

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  15. Excelente texto Elaine , você se superou, preconceito há sim, lembro que sou filha de uma negra com pai branco,neta de negra com avô índio, e nunca esqueci de quando saia com minha mãe e minha irmã, linda até hoje, chama atenção pela mistura de raças, e eu branquinha desbotada, afilada com cabelos crespos, não olhavam meu cabelo apenas a cor da pele e era inevitável a pergunta-"è filha adotiva?". Até hoje minha mãe inteligente e culta é aceita porque é mãe da Dra. Claudete! Preconceito nunca vai deixar de existir no Brasil. Entretanto , somente hoje percebo que ficou gravada aquela imagem, pois mi nha mãe do alto da sua dignidade e orgulho da raça nunca se sentiu descriminada porque sempre foi aceita pelo que era ,nunca passou para nós as diferenças porque não existiam para ela ,todos eram iguais e deveriam ter orgulho disso. Beijos e parabéns pelo texto.

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  16. Olá Elaine, só agora comento, pois já vim aqui várias vezes ler seu bonito texto. Antes de mais, parabéns por dar voz a quem precisa aqui no seu cantinho, que é apenas um grãozinho de areia no meio desta blogosfera gigante, mas se todos fizermos algo como vc, e expressarmos o que pensamos, vamos fazer a diferença, sim. De todo o seu texto, além da forma sublime como Júlio César se fez respeitar no seu local de trabalho, o fato da pessoa de cor "se sentir tolerada" durante toda a sua vida, me chocou profundamente, pois é um tremendo fardo e ónus que a pessoa carrega consigo. Não vou esquecer deste fato, e ter mais atenção a isso, quando eu própria, por esta ou aquela razão, e mesmo sem querer, descrimino. Sobre a atitude inqualificável da Gremista, li no jornal online que costumo ler diariamente para ficar a par das noticias no Brasil. Mas não sabia que tinha havido desenvolvimentos como esses que vc conta. Lamentável é a palavra. Parece que no Futebol, todos se tornam animais e não seres humanos! Bj Elaine, e obrigada por mais um texto que nos leva à reflexão.

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