Bullying: quando o agressor é seu filho

em 16 de novembro de 2010

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Fui convidada pela Patrícia Daltro a falar sobre o tema do selo acima, e aceitei na hora. Porque não só este blog, mas esta blogueira, somos ambos contra toda forma de opressão.

E bullying é isso: opressão. Bullying é uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de uma ou mais pessoas contra uma ou mais pessoas ou grupos. O termo inglês refere-se ao verbo "ameaçar, intimidar".

Já postei sobre bullying neste post e agora quero falar outra vez, pois cansei de ver crianças e adolescentes serem tanto vítimas quanto causadores desse tipo de crueldade.

Imagine a cena: seu filho ou filha de 8 anos chega em casa coberto de bosta. Chorando e ferido, tanto no corpo cheio de escoriações quanto no coração. E, chorando, pede que você nunca mais o obrigue a ir à escola. Seu coração se contrai, não é? Toda a dor dele tomam você, e a vontade de defender seu filho é sem tamanho…

Agora imagine esta cena: seu filho ou filha de 8 anos chega em casa rindo, com as roupas limpas e as mãos molhadas. Ele, ou ela, falando com o coleguinha que veio passar a tarde em sua casa, diz: “Aquele viadinho agora vai aprender que quem manda é nóis! Quero ver ele (ou ela) ficar se mostrando por causa de nota boa! Daí você pergunta e seu filho diz que ele e uns amiguinhos da mesma sala fizeram uma brincadeira com outro colega da mesma turma. Você pesquisa mais e descobre que a galerinha jogou merda no colega que tira boas notas e é “queridinho” da professora. Seu coração se aperta.

Ou não?

Qual mãe (ou pai, como bem lembrou o Rogério Pereira) sofrerá mais?

Já pensou nisso?

Crianças praticam bullying contra crianças, seja na forma física, seja a agressão psicológica. Adolescentes fazem isso a outros adolescentes, e às vezes de forma tão sistemática e cruel que levam a vítima ao suicídio.

Crianças e adolescentes que praticam bullying são deste planeta, não são alienígenas que desembarcaram aqui para tocar o terror. São filhos de pais normais, são irmãos, são netos.

E a família muitas vezes acha graça, ou diz que é bom a criança saber ser forte e se defender, fazer com os outros antes que façam com ela…

Eu penso muito nisso… sobre como nós reagimos diferente quando o agredido é alguém que amamos, e quando o agressor é alguém que amamos…

E quem protege um agressor porque ele é filho, ou sobrinho, ou irmão, está plantando uma árvore que dará amargos frutos…

E para espalhar a reflexão sobre Bullying e cyberbullying eu quero repassar o selo e o convite para 3 escritoras de primeira, sendo que 2 delas são mães e portanto farão textos muito mais completos que este meu, e a terceira é professora:

Meri Pellens, Valéria e Pandora(ou tia Jaci rsrsr)

Meninas, agora é com vocês!

E quero também deixar o convite para todos que desejarem postar sobre o assunto. É mega importante, pois o tema é amplo e precisa  vir à luz!

Bora participar?

ha

Alguém que escreve. Especialista em si mesma. Leitora que lê muito menos do que gostaria. Blogueira por paixão e profissão. Propriedade da Princesa e da Menininha, e de um cachorrinho muito levado chamado Bloguinho. Tentando viver. Sempre.

42 comentários , comente também!

  1. Ah pai!!! Que responsabilidade é essa que vc me passa Elaine!!! Ui, tremi!!! Mas vou lá tentar!!!

    Beijos, valeu pela credibilidade!!!

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  2. Elaine,
    ficou lindo demais sim.Eu sou quem deve agradecer,imagina até meu marido pediu que lhe desse os parabéns porque ficou lindo demais.
    Agora quero muito participar dessa blogagem sobre Bullyng sim, escreverei o que penso e sinto porque também sou contra todo e qualquer tipo de violência ou opressão.
    A postagem é feita em meu próprio Blog ?
    Beijos.
    Teca

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  3. Por acaso vi esse selo no blog da Patrícia e resolvi escrever um post contando o que sofri relativo a bullyng. O post tá escrito, publico no próximo domingo no Confissões Ácidas.

    Esse foi um tema que relutei em escrever porque mexe bastante comigo, mas saiu... rs

    Acho que pais e professores tem que estar muito atentos para isso, porque marca muito quem é vítima desse tipo de agressão.

    Beijocas

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  4. ...e agora que hei-de eu fazer?
    A Elaine não fala em homem...
    Isto é tarefa só de mulher?
    De mulher-mãe?
    ou minha também?
    Pelo sim pelo não
    vou escrever sobre educação!

    Boa?

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  5. Elaine, sempre clara e absolutamente certa.
    Refletir e agir é a palvar de ordem.
    É chegada a hora, é urgente.
    Façamos isso e logo.
    Bjs

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  6. Elaine, esse assunto me deixa muito triste, já contei minha história no blog da amiga Zuleima, Mulher e cia, lá contei que meu filho de 9 anos, chegava da escola todos os dias, triste, chorando, se queixava de dores, mas nunca me contava o que estava acontecendo, por medo do colega, talvez dúvida do que pensaríamos ou faríamos; nunca via nada, pois sempre levo meus filhos à escola, pensei em procurar um psicologo, pois sou bipolar, e quem sabe pode ser genético, até que me deparei com alguns ematomas, tive uma conversa séria com ele, foi então que ele me contou, um coleguinha colocava apelidos maldosos nele, batia nele, fui até à escola e ninguém fez nada, então eu e meu esposo resolvemos ir na casa do tal coleguinha, conversamos com os pais dele, nos deparamos com uma triste realidade, uma família totalmente desestruturada, nem imaginamos como eles exemplaram o filho, mas sei que resolveu, hoje o meu filho é mais sorridente, não tem mais medo de brincar com as outras crianças, e eu fico feliz por tudo ter acabado com uma simples conversa, meu coração doía muito ao ver seus machucados, o quanto sofria e era infeliz, e juro, antes não saberia responder, mas hoje, se eu soubesse ou imaginasse que um dos meus filhos fizessem algo parecido com alguém, não permitiria, usaria de todas as minhas forças como mãe e tentaria de alguma forma fazer com eles entendessem o quão mal estariam fazendo a si mesmos, desculpa o desabafo, bjks!!!

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  7. Eu realmente achava que isso fosse um problema de crianças de 08 anos ou mais,mas já ando meio sem entender mis nada,porque venho passando por este problema aqui em casa...e veja só...minha filha tem cinco anos e vem apanhamdo de outra menininha da sua idade,porque?a menininha esta enciumada(ela nem sabe o que esta fazendo,mas a escola sim).

    Reclamei,reclamei e por fim briguei com a psicologa da escolinha,porque não resolvia logo este problema....isso a uma semana,o problema com minha filha ja estende a quase dois meses.
    O fato e que como a escola não toma uma atitude firme,escola particular eu gostaria de citar.Oque será que impede a escola de tomar providências($).
    Veja só a bola de neve impessavel:
    -João apanhava na escolinha,contou para os pais que reclamaram,nada foi feito,pois a escola jogava a responsabilidade nos pais,na criação..etc...etc,então os pais mandaram João revidar(Jõao tem cinco anos,4 na época),então ele bateu e parou de apanhar,pegou gosto e batia na maria,a mesma situação com os pais.Maria revidou e aprendeu,então batia na debora(mesma coisa),debora revidou e achou que e assim que se faz....o que ela faz agora?bate na Maitê que por acaso e minha filhinha que entrou este ano.E agora meninas?realmente o que me da vontade e de mandar revidar,mas não posso...Maitê vai fazer como as outras quatro crianças e vai aprender que batendo sera respeitada(detalhe,isso e veridico,estou passando por isso),não vou mandar Maitê bater em ninguém,a solução seria temporaria,e no ano que vem,vou ser chamada na secretária porque minha filha bateu em outra menininha.Detalhe super importante duas das quatro crianças estão dando muito trabalho em casa,por um unico motivo...mordem seus irmãozinhos,batem na mãe e isso e um problema que começou na esperteza da escolinha que chegou para os pais e disse:
    -Esta acontecendo alguma coisa na sua casa,sua filha esta muito agressiva?.Tirei da escolinha.
    Deusa
    vasinhos coloridos

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  8. Dá pra se ver a pessoa especial que você é, Elaine. Imagina uma menina gordinha, feia, de óculos e aparelhos nos dentes, com 12 anos. Essa era eu. Imagina o que foi, não gosto nem de lembrar.
    Por isso apóio essa sua iniciativa, isso é fantástico.

    Beijos

    Carla

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  9. Muito triste pensar em ver meus filhos em uma destas situações, pois sou uma fera, me transformo em segundos, seja do lado de lá ou do lado de cá. Muito raro eu perder o controle, mas firmo posição sempre: isto pode, aquilo não pode. Sou intransigente quando o assunto é BOM COMPORTAMENTO. Respeito é bom e eu gosto.

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  10. Ótimo o assunto. (Como sempre).
    Sofri um pouco com isso, e bullyng deixa marcas...

    Mas, não é disso que vou falar.

    Concordo plenamente que pais de vítimas sofrem mais que do agressor. Mas, os dois sofrem. Claro, depende dos pais.

    Quando criança, eu via um vizinho incentivar a agressividades de seus tres filhos, duas meninas e um menino. O garoto já faleceu.
    Era o tipo de pai que assistia orgulhoso seus filhos baterem em outras crianças, e hoje, é responsável pelo conselho tutelar, pode?

    Essa semana minha mãe levou meu filho a igreja, enquanto ela celebrava, ele se juntou a algumas crianças numa sala. Quando chegou em casa, me contou que bateu em um menino, a quem ele se referia como "menino preto". Fiquei chocada, não acreditei no que ouvia. Perguntei ao meu filho o nome do menino, e ele tornou a mencioná-lo assim.
    Conversei bastante com ele, e expliquei que isso não se faz. Como minha mãe e eu, não podemos sair de casa juntas, porque uma de nós precisa ficar com meu pai, fiz ela me garantir que o faria pedir desculpas. Ele entendeu, quando eu disse que, não quero que ele faça as outras crianças, o que me deixaria triste se fizessem com ele.

    Assim que chegaram, ele prontamente pediu desculpas, e, quando voltou pra casa, me disse o nem certo da criança, não se refere mais a ele dessa forma perjorativa.

    Não achei graça, não me orgulho disso, e espero ter arrancado o mal pela raíz.

    Beijos e parabéns pelo post.

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  11. Elaine, senti-me super honrada com o convite e o elogio de escritora de primeira então, nossa, rs... Tenho alg mesmo a falar sobre o assunto. Postarei durante a semana. Aguarde.
    Beijos na alma e obrigada!

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  12. Oi Elaine, coincidência postei sobre o Bullyng também.

    Você recebeu a camisa da sua amiguinha? Finalmente enviei.

    Beijos Saudosos!

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  13. Elaine,
    Esse é um assunto que deve vir a tona sim. Pq é importante q todos saibam que praticar bullying é uma forma horrivel de intimidar alguém...
    E tb pq ser vítima dele é pior ainda...
    E eu fui. A minha adolescência inteira...
    Como eu sofri! Só eu sei...
    Sabe? No decorrer do post, meu coração ia se confragindo mais ainda. Pq meu filho para proteger outro colega tb praticou bullying. Não apoiei e nem apoio.
    Pq sei o qto dói!
    Nessa semana ainda falo sobre isso, pq esse assunto dói um pouco ainda...
    Bjo

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  14. Oi Elaine! Bom dia!
    Excelente texto...parabéns.
    Como educadora fico abismada quando os pais do praticante do bullyng acham normal, que é só uma fase e que a vítima fica provocando.
    Um absurdo enorme. Ano passado tivemos um caso na escola, e a mãe do agressor nem queria ouvir, tentamos de tudo, a solução foi encaminhar o caso ao Conselho Tutelar (hoje o garoto faz acompanhamento com psicólogo).
    Fiz um curso sobre violência contra a criança e o adolescente, e o maior capítulo era sobre o bullying e a coisa é muito mais grave do que se imagina.
    Vou fazer um post sobre o assunto tbém.
    Tenha uma excelente e produtiva semana.
    Beijos doces e perfumados.

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  15. Olá !!

    Como mãe é impossível não se preocupar com tal assunto!Faz algum tempo, também falei sobre o assunto no meu blog!É de suma importância não só falar sobre o assunto, mas cobrar na escola que também deve informar e coibir tais atitudes.Somando forças fica mais "fácil" cuidar do assunto como se deve!Parabéns!!
    Adorei seu blog!Estou seguindo!
    Se puderes visite o meu:
    vivian-floreselivros.blogspot.com
    Boa semana!
    Atenciosamente

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  16. Flor tenta ignorar os erros gritantes do meu comentário, tá (vergonha)

    Beijos

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  17. Oi Elaine,
    Este assunto é mesmo de importante divulgação. Os pais dos praticante de bullying também devem estar conscientes e atentos para não criarem um ser humano que se acha superior.
    Abraços!!

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  18. fugindo um pouco do assunto, mas eu confesso que fiquei horrorizado com o caso do pai que bateu em uma professora, li no blog da Luci Cardinelli.

    bullying na escola é algo muito presente. é até bom que se ganhe a discussão, pq mta gente acha que isso não existe (igual o preconceito contra nordestinos, que saiu da toca na internet recentemente e agora os skinheads atacando gays).

    eu já sofri por bullying qdo era criança, mas aprendi a reagir bem e me virava. mas muitos eu vejo que ficam aprisionados pela agressão, demoram anos e anos para se livrar do que sofreram. e os agressores? geralmente estão ai, ilustrando páginas policiais...

    bom debate levantado! excelente tocar nesse tema.
    bjs

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  19. Elaine
    Eu não vi como professora nenhum tipo de coisa assim mas meus alunos eram da roça e de 6 a 10 anos. Mas de quinta em diante´muda o perfil do aluno . A gente escuta cada coisa que pensa: mas aquela criança era um amor!
    O que aconteceu?
    Deveria ter uma explicação.
    com carinho MOnica

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  20. Farei um post sobre isso!
    Pode esperar!
    Beijo!

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  21. Oba, que bom que o selinho tá rodando por aí :-) Esta discussão não deve parar.

    Abraço

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  22. Muito legal essa blogagem coletiva! Também participei dela e já colei um selinho no meu blog para a gente nunca esquecer que falar de violência nunca é demais!

    Bjs

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  23. dorei o post. Aqui já passei por isso e minha filha também. No meu tempo meu pai (militar) dizia que: "...se chegar em casa chorando porque apanhou na escola vai levar uma surra....".resultado eduquei minha filha de forma totalmente diferente, e passo constantemente corrigindo, não gosto que use palavras de cunho ofensivo ou pejorativas: nem mesmo de bricadeira (coisa comum entre os colegas dela).
    Por isso sempre alerto a ela:
    "A vida nos faz secar, cada lágrima que fizermos derramar"
    Existem pessoas que sofrem e acham que não tem motivo, mas se colocarem a mão na conciência...
    Quando acontece algo de bom faço questão de relacionar às coisas boas que fazemos e as pessoas que cativamos.

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  24. Olá Elaine,

    Gostei muito do assunto do seu post, pois estou fazendo um curso de especialização em Psicopedagogia e a professora nos passou um trabalho sobre Bullying. As informações que obtive com teu post e com os comentários irão deixar meu trabalho mais rico!
    Esse assunto é muito sério e deve ser tratado com cuidado entre os pais e o corpo docente das escolas!

    Beijão para você!!!

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  25. Eu não preciso nem pensar muito pra responder com certeza que quem sofre mais é a mãe do agredido. Sabe porque? Porque esta criança ou adolescente é fruto de uma família com valores como respeito ao próximo, humildade, educação.
    Vão me atirar muitas pedras, mas penso que nós somos frutos de nossa família, SIM! Não quero dizer que pais e mães não fazem sempre o melhor, mas um de seus filhos escorrega totalmente e age em desacordo com os valores familiares. Não nego as características pessoais das crianças. Mesmo bebezinhos são um pouco do que ELES são por natureza, mas é aí que entra o papel da família de corrigir, orientar e prevenir os deslizes
    Ser pai e mãe não é fácil nem um pouquinho, mas o que vemos com muita freqüência são famílias que tem filhos por acidente ou por impulso como quem compra um cachorrinho. Pq todo mundo tem eu preciso ter. Mas quando a dificuldade imensa de educar surge, eu delego. Delego pra babá, pra televisão ou pra escola, que NÃO tem a função de formar o caráter de ninguém (mas isto é assunto para um post inteiro e não para um coment).
    Fora isto ainda tem as famílias que acham que seu filho é super mega ultra blaster e o resto da humanidade não passam de brinquedinhos, existentes unicamente para o seu divertimento.
    E o que mais está ocorrendo neste mundo há algumas gerações é falta de orientação familiar. O garotão mimado e desregrado do passado, hoje é pai e seu filho só pode ser mais mimado, desregrado e violento do que o pai porque cresceu sem limite algum e sem ao menos o consolo do carinho e atenção.
    Alguem lembra de um personagem da novela das oito, que era filhinho de papai e da mamãe, e que os pais aprovavam tudo, absolutamente tudo que ele fazia? Pois é. É exatamente o que quero dizer. Se souberem o que filho fez, vão dar muitas risadas com ele

    PS. A primeira coisa da série Seis Coisas que Você nao sabe sobre mim ja está no blog. Passa lá e mate a curiosidade (em gotas homeopáticas, lógico)

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  27. Eu não preciso nem pensar muito pra responder com certeza que quem sofre mais é a mãe do agredido. Sabe porque? Porque esta criança ou adolescente é fruto de uma família com valores como respeito ao próximo, humildade, educação.
    Vão me atirar muitas pedras, mas penso que nós somos frutos de nossa família, SIM! Não quero dizer que pais e mães não fazem sempre o melhor, mas um de seus filhos escorrega totalmente e age em desacordo com os valores familiares. Não nego as características pessoais das crianças. Mesmo bebezinhos são um pouco do que ELES são por natureza, mas é aí que entra o papel da família de corrigir, orientar e prevenir os deslizes
    Ser pai e mãe não é fácil nem um pouquinho, mas o que vemos com muita freqüência são famílias que tem filhos por acidente ou por impulso como quem compra um cachorrinho. Pq todo mundo tem eu preciso ter. Mas quando a dificuldade imensa de educar surge, eu delego. Delego pra babá, pra televisão ou pra escola, que NÃO tem a função de formar o caráter de ninguém (mas isto é assunto para um post inteiro e não para um coment).
    Fora isto ainda tem as famílias que acham que seu filho é super mega ultra blaster e o resto da humanidade não passam de brinquedinhos, existentes unicamente para o seu divertimento.
    E o que mais está ocorrendo neste mundo há algumas gerações é falta de orientação familiar. O garotão mimado e desregrado do passado, hoje é pai e seu filho só pode ser mais mimado, desregrado e violento do que o pai porque cresceu sem limite algum e sem ao menos o consolo do carinho e atenção.
    Alguem lembra de um personagem da novela das oito, que era filhinho de papai e da mamãe, e que os pais aprovavam tudo, absolutamente tudo que ele fazia? Pois é. É exatamente o que quero dizer. Se souberem o que filho fez, vão dar muitas risadas com ele

    PS O post da série 6 coisas que vc não sabe sobre mim, já está no blog. Passa lá e mate a curiosidade em doses homeopáticas

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  30. Complicadissimo isso, afinal as duas familias sofrem.

    BJos

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  31. Eu me preocupo tanto com meus filhos serem vítimas quanto agressores, pois sei que "menino" não é santo, muito menos os meus. Por isso estou sempre atenta pois da mesma forma que não quero ver-los humilhados não quero que eles façam o mesmo com coleguinhas.


    Bjs
    Mah

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  32. Como eu queria que na minha época esse termo fosse conhecido, pois sofri muito. Mas me alegro pois meu filho não passará, e se passar está mais protegido, tem mais recursos.

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  33. Elaine querida, depois do que vimos no fim de semana, que foi notícia nos principais meios de comunicação, das agressões sofridas em pleno centro de SP, ficamos cada vez mais preocupados, o pior é que quando achamos que chegando a justiça ao menos terá um fim justo, vemos os agressores serem libertos e livres da acusação, e depois dizem que dinheiro não traz felicidade, pode até não trazer felicidade mas livra da cadeia!!!
    beijos

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  34. Graças a Deus não tenho mais filhas em idade escolar, nem universitárias.
    Mas preocupo-me com os netos. Minhas filhas nunca passaram por situações assim, não sei se à época não existia ou não era tão comum (hoje elas estão com 30/34 anos).
    As duas famílias sofrem, agredir ou ser agredido, para mim, tem um peso emocional muito grande, em especial para uma criança, e quando as crianças sofrem toda a família se ressente.
    Seria horrivel participar de um acontecimento assim.
    Bjks. Neli Alves

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  35. @Deusa
    Fala sobre isso, menina!
    O assunto é importante, e seu ponto de vista é de uma mãe! E fez bem em tirar a Maitê de lá, imagina se não!!!
    Posta lá, depois eu boto o link aqui.
    Beijo

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  36. Vamos lá rodar com esse selinho pela Blogosfera.
    Meu sobrinho apanhou de graça com 16 anos na rua por uma turma de jovens (meninos e meninas ) na frente do prédio que mora.

    Existe tb a turma que fica feliz em bater no garoto que está bem vestido, acha que é filho de papai.
    Rsgaranha a camisa e ain da deram um soco na boca que quase perdeu um dente.

    O pior é que quem passava pela rua olhava e nada fazia... Isso é que acho o descaso ... a ignorância.

    Pode deixar que vou preparar uma postagem apesar que isso já tem algum tempo.

    Vamos participar sim

    Beijos

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  37. Sério, muito sério, são duas crianças doentes, a que é agredida e o agressor, duas famílias doentes com sérios problemas e precisando de ajuda, é muito triste e não consigo me ver nessa situação, mas ainda terei netos e me preocupo muito. Bela campanha e belo post.`Parabéns.
    Meumundocordeabóbora

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  38. ELAINE QUERIDA...
    tardei mas cá estou e pronta pra essa missaõ tão importante .
    fico muito feliz em poder abordar esse assunto e também sobre o preconceito , ambos andam de mãos dadas e dão margens a agresões dos mais variados níveis.
    é com muito carinho que aceito e espero realmente estar a altura de corresponder a tão complexo assunto...
    amanha mesmo terei um post sobre ele.
    obrigada amiga querida e vamos sim todos juntos numa só força dizer chega a esse absurdo.
    bjuivos de boa noite.
    loba.

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  39. Ótimo texto. Eu já sofri bullying, e não é NADA bom. É terrível, e as marcas ficam para sempre.

    Bjs

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  40. Se um dia um dos meus filhos pensarem em fazer isso, eu mesma serei a primeira a dar um basta na situação. Além de ter que ir pessoalmente até a casa da criança vitimada pedir desculpas tanto para a criança quanto para os pais, também fará isso na sala de aula e pode ter certeza que ficará de castigo sem fazer as coisas de que gosta por um bom tempo, assim poderá pensar melhor nas coisas que fez. mas tenho certeza com este tipo de atitude meus filhos não terão, pois sei que desde agora eles não só respeitam seus amigos, como defendem, como meu filhote que defendeu a amiga de outro colega que a chamou de feia. Ensino para eles que não somos iguais e nem gostamos das mesmas coisas, mas que é preciso respeitar os outros e sempre pergunto se ele gostaria que alguém o chamasse de feio, gordo, burro, etc... Assim faço com que ele se imagine na pele de quem é ofendido. Mas indenpendente disso, os pais devem sempre está de olho nos filhos e em suas atitudes e sempre conversarem sobre o que está acontecendo. Bjs, Rose.

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  41. Mto legal elaine seu blog,parabens!!!!!

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  42. Olá, Elaine!

    Muito bom esse assunto ser divulgado, irei aderir a campanha!

    Bjos

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