Abril 2009 - * Blog Elaine Gaspareto *

O filme da minha vida: ...E o vento levou...

em 29/04/2009


Quando eu tinha uns 17 anos este grande filme completou 50 anos de existência. Como ele é extenso, a Rede Globo, em comemoração a este cinquentenário, exibiu-o como se fosse uma minissérie. Lembro que a cada "capítulo" Regina Duarte fazia uma breve introdução. Era a 1ª vez que eu podia assistir televisão sem meu pai me impedindo e foi assim que eu conheci o que é, para mim, é o mais lindo filme de todos os tempos!
Claro que há um enorme exagero nisso, mas estou dizendo isso olhando com os olhos da menina de 17 anos que jamais havia visto um filme inteiro sem censura e que nunca havia pisado em um cinema. Lembro de cada cena, de cada fala, de cada música. Nos anos seguintes eu li tudo o que conseguia encontrar sober o filme que conquistara meu coração. E por que fui tão definitivamente conquistada? Vou dizer.
Scarlet O'Hara e Rhett Butler foi a 1ª anti-heroína que eu conheci. Aquela mulher era livre, diferente das mocinhas insossas. Rebelde, decidida, mimada, ao contrário da doce Melanie, que sempre me pareceu boa e perfeita demais. E, claro, fui e ainda sou apaixonada por Rhett Butler, também ele um anti-herói: sarcástico, cínico, até cruel. E másculo até dizer chega!
Minha cena favorita? São duas, na verdade. O beijos entre os dois na ponte e a célebre fala de Scarlet: "Nunca mais passarei fome outra vez!" Uma mocinha fútil e mimada que deu a volta por cima, prá valer. Para mim esse filme fala disso, da transformação de uma menina em mulher, com todas as alegrias e dores que isso trás. Claro, isso sendo bem simplista, pois o épico é muito mais que isso. É grandioso, é belo, inesquecível!
Já assisti mil vezes e continuo amando...
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Como tratar um homem- para iniciantes

em 28/04/2009

Só uma brincadeirinha, hein?
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Flertando com o abismo

em 27/04/2009

Olho o abismo à minha frente;
e me lanço.
Sem medo, sem dor, sem sentir.
Olho o mar e penso:
frio, tão frio...
E cogito saltar.
Flertando com o perigo,
experimentando meus limites.
Enquanto penso, o vento...
esvoaça em torno de mim.
Penso...sinto o esvoaçar,
sinto o pulsar do abismo.
Sinto. Sim, eu sinto,
muito, intensamente.
E dói.
E sob meus pés,
o abismo.



Escrito há muito tempo, quando era apenas uma menina... e sim era muito triste e sozinha. e meio deprê.
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As novas Amélias

em 26/04/2009


Há muito tempo mulher-Amélia era sinônimo daquela mulher que ficava à disposição do marido, que dependia dele, do homem, para tudo e que vivia para satisfazer as vontades e manhas de um marido que fora ele próprio criado por uma mãe-Amélia.

Também, por definição, era aquela mulher que não tinha grandes ambições, nem projetos pessoais. Pouco estudava. Pouco se expressava. Vivia a vida para cuidar do lar, incluindo aí filhos, marido, roupas, comida, limpeza, arrumação, pregar botão, cerzir meia (argh)...
Mas o conceito de Amélia que eu abordo aqui é mais profundo, mais pejorativo, pois representa a mulher subserviente, que aceita pequenas humilhações diárias, que abaixa a cabeça para grosserias e que precisa explicar o motivo de querer 1 real, por exemplo.. E isso eu não seria de jeito algum. Jamais.

Pois não é que surgem agora, em pleno século XXI, as novas Amélias?
Sim, aquelas mulheres que dependem da aprovação masculina para tudo.
Que vivem a vida para agradá-los, sejam eles maridos, amantes, ficantes, "patrocinadores", peguetes...
Vestem-se para eles, de acordo com o gosto deles.
Dançam como eles gostam. Rebolam, aliás.
Como eles apreciam.
Pensam, ou querem crer, que a decisão é sua mas não é, não mesmo.
São pseudo-livres pois eles gostam de mulheres "liberadas"; aboliram a modéstia e o recato pois eles gostam de que elas sejam desinibidas.

E tentam parecer cada vez mais jovens, com suas roupas cada vez mais curtas e justas, sem calcinha para que eles possam apreciar a depilação que as assemelha a meninas beemm novinhas, imberbes.
E não cortam o cabelo curtinho porque eles não gostam...
Afinal, o cabelo é para agradar a eles, como no passado.

As novas Amélias não sabem mas estão revivendo o padrão que as mães e as avós viveram.
Estão talvez ainda mais submissas ao homem do que a geração anterior. E são o mais triste tipo de submissas: aquelas que não se sabem oprimidas, que não se sabem dominadas.
Vivem em uma gaiola, cantam, dançam, falam, transam e tatuam o corpo quando são ordenadas a fazê-lo e acham que estão livres só porque as portas da gaiola estão escondidas atrás de cortinas...

A mulher-Amélia está em alta.
Ela não sabe, mas vive hoje ainda mais longe de ser verdadeiramente livre do que as mulheres do século passado.
Estas sabiam que precisavam lutar para desabrochar, para conquistar direitos e para serem respeitadas.
As Amélias de hoje nem sabem que estão secando sem jamais desabrochar.
Nem sabem que, usando a linguagem do funk: "tá tudo dominado!"
Por eles.
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Resultado (parcial) da promoção: Qual seu blog preferido?

em 25/04/2009


Quando eu idealizei a promoção, nem sequer imaginei que iria me meter em uma coisa tão divertida. E tão difícil!

Foram 60 votos. 36 blogs citados. Pensei: meu Deus, como vou fazer se não der 5 mais votados? Mas deu! Ufa!

A enquete está aí acima, vote, vote, vote!

Mas, dada a quantidade de blogs indicados eu vou fazer algo que não estava no roteiro. Explico. Acabei de comprar o livro da Martha Medeiros, Divã. E ele veio com um ingresso para o filme baseado no livro. E onde eu moro não tem cinema. Então vou listar todos os blogs citados na promoção. Você vai lá, confere e vota no seu preferido nos comentários deste post. O mais votado leva o ingresso, certo?


Então ficamos assim: a enquete com os 5 blogs mais votados da promoção está aí acima e o blog vencedor leva o livro Marley e Eu. Dentre os demais blogs citados, você deixa seu comentário neste post e o mais votado nestes comentários fica com o ingresso para assistir Divã.

Vote, vote, vote!
Lista dos blogs indicados:
  1. Meninice
  2. Blog da Gi
  3. Gatinhos de toda parte
  4. Amor em tempo de (In)Tolerância
  5. Turma do Amigão
  6. Correndo com Lobos
  7. Gatoca
  8. Patinhas Virtuais
  9. Mulheres Impossíveis
  10. Presente a limpo
  11. Degusta
  12. Calçolas
  13. 3x30
  14. A moça do sonho
  15. Surfista Platinado
  16. Falta palavra...Sobra emoção
  17. Mania da Lilla
  18. Afeto Literário
  19. Blogando Arte
  20. Carpe Hominus
  21. A vida escrita à mão
  22. Egito e Brasil:um amor possível
  23. Anjogatos
  24. Max Psycho
  25. Helena Paixão
  26. Blog do Tiago
  27. Under fictitious sky
  28. Strange Little Girl
  29. Mundo de K
  30. Patinhas virtuais
  31. Compondo o olhar

Caso algum link esteja errado me avise que eu corrijo.
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Conto: As mãos entrelaçadas

em 24/04/2009

Desde a adolescência eu gosto muito de escrever. Mas nunca mostro a ninguém o que escrevo. Mas senti vontade de começar a publicar alguns contos meus. Vou tentar um por semana.Baseados em vidas. Quase sempre dos outros...

Desde pequeno eu os via juntos. Passavam em frente a minha casa, sempre de mãos dadas. Para o menino de 10 anos eram já velhos, embora hoje eu saiba que deveriam ter, na época, cerca de 40 anos ele, e ela em torno de 35. Eu os via sempre. Não tinham filhos; tiveram uma menininha, mas a perderam num acidente de carro. Nunca mais se aventuraram...Moravam numa casinha azul, rodeada de árvores e flores, e cada menino do bairro cobiçava as mangas que carregavam de um cheiro doce o ar de dezembro. Mas era uma cobiça certeira, já que todos nós desfrutávamos daquela mangueira!

Eu fui crescendo, fui deixando de ser menino e eles sempre de mãos dadas pelas ruas do bairro. Quando eu entrei para a faculdade e fiquei fora 4 anos eles continuaram a andar juntos, apoiados nas mãos dadas...

Voltei. Soube então que ele adoecera. Mas ainda os via, nas ensolaradas manhãs de domingo, enquanto eu lavava o 1º carrinho da minha juventude, passos mais lentos, ele apoiado nela, as mãos entrelaçadas...Quando me casei eles não puderam assistir ao meu casamento com a menina mais bonita do bairro pois ele já quase não se levantava da cama...

E o tempo passou...No ano em que meu 1º filho nasceu, ele a deixou finalmente sozinha; as mãos se deram pela última vez...Era uma ensolarada manhã de abril...

Hoje passei pela casinha azul rodeada de árvores. A mangueira está florida, logo dezembro chegará e as mangas estarão perfumando o ar do bairro onde eu nasci e onde eu fui criado. Ela estava lá, sentada na cadeira antiga, olhando a rua, contemplando talvez a vida, talvez o tempo...

Sorriu ao me ver passar de mãos dadas com a menina mais bonita do bairro. Por um momento ela me olhou bem dentro dos olhos. Firmemente. E sorriu. Sabendo de todas as vezes que eu a vi com o seu menino andando de mãos dadas pelas ruas da minha infância...
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Promoção: Qual seu blog preferido?

em 22/04/2009

Quais são os blogs que você mais gosta? Se houvesse um incêndio na blogosfera e você pudesse salvar um blog (além do seu, claro) qual você salvaria?


Certo, nada tão dramático assim, mas diz aí: qual seu blog preferido?


Fiquei pensando em um modo de conhecer os blogs mais legais, os mais interessantes e com melhor conteúdo. Então estou começando hoje uma promoção. Senta que lá vem regrinha:




  1. Nos comentários deste post, e somente deste post, você deixa a resposta para a questão: "Qual o seu blog preferido?"


  2. Cada pessoa indica 01 blog.


  3. Os 05 blogs mais citados nos comentários serão apresentados aqui e avisados da indicação.


  4. Dia 26 de abril eu posto a enquete com os 05 indicados e disponibilizo para votação. Esta votação será encerrada dia 30 de abril, às 23 horas. Encerrada a enquete, eu posto imediatamente o resultado.


  5. O blog com o maior número de votos nesta enquete leva o prêmio:
    Isso mesmo, o livro Marley e Eu. Lindo! Quando li, chorei muito, ri muito, uma delícia...

Porém, mais importante que o prêmio em si é a participação de cada um dos queridos e queridas que passa por aqui!

Então, diz aí:

Qual seu blog preferido?

Conto com você, hein!!! Faça campanha em seu blog. Peça para que seus leitores indiquem você. Ajude a divulgar!


Lembrete: caso o blog vencedor seja fora do Brasil, o vencedor precisará arcar com os custos de envio. Dentro do território nacional eu enviarei sem problema.

E quando você indicar seu blog preferido, por favor deixe o link para que eu possa divulgar.

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Tocando em frente

em 21/04/2009



Ando devagar porque já tive pressa

e levo esse sorriso, porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe

eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei

Conhecer as manhas e as manhãs,o sabor das massas e das maçãs,

é preciso amor pra poder pulsar,é preciso paz pra poder sorrir,

é preciso a chuva para florir.

Penso que cumprir a vida seja simplesmente

compreender a marcha,e ir tocando em frente

como um velho boiadeiro levando a boiada,

eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,estrada eu sou

Todo mundo ama ,um dia todo mundo chora,

Um dia a gente chega, no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história,

e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz,de ser feliz

Ando devagar porque já tive pressa

e levo esse sorriso porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história,e cada ser em si,

carrega o dom de ser capaz,de ser feliz.




Ai, ai... Tem músicas que falam, né?
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Umas confissões...

em 20/04/2009


Não é fácil viver pela fé. Eu sei. Eu tento todos os dias.

Tenho vivido uma época muito difícil em minha vida. Tenho fé, Deus sabe que há muito tempo minha oração mais constante tem sido: "Senhor, sabes que te amo! Apesar de tudo, sabes que te amo." Mas, por mais que isso seja verdade, tem momentos em que eu vacilo. Tem momentos em que eu duvido muito, muito mesmo e isso é bem ruim. E não é uma duvidazinha qualquer não, é coisa de duvidar que Deus esteja mesmo comigo, de duvidar que Ele realmente exista...Tenho passado por algumas dores bem doídas e isso está me abalando muito. Ao mesmo tempo eu me sinto uma ingrata, pois sei que tem gente passando coisa muito pior. E quando penso nisso, aí sim que a dúvida vem...Penso se tudo isso de fé não é uma invenção humana...Veja bem, racionalmente eu sei que Deus existe mas é que eu não tenho conseguido crer, sabe? E isso é muito perturbador. Crise de fé, primeira vez que vivo.

E o pior é que eu não sei viver assim. Ao mesmo tempo que todos esses questionamentos enchem minha cabeça e o meu coração, eu não sei viver sem Deus. Me falta o ar, me falta o chão. E viver assim é como estar perdida, sem direção, sem rumo.Acho que estou sofrendo de decepção. Tem gente que acha que o sofrimento é purificador; eu não concordo. Para mim sofrimento é ruim e eu não gosto nem compreendo. E não entendo porque Deus permite. Por isso a crise de fé.

Sei que vai passar; nada pode apagar o que eu já vivi e o que eu já experimentei de Deus, mas é que neste momento eu só consigo ter dúvidas...E quem disser que nunca as teve que atire a primeira pedra.
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Gentileza ou sinceridade?




Se você pudesse optar, o que preferiria?



Gentileza ou sinceridade?



Pois todo mundo, ou quase, diz que o mais importante em um relacionamento é a sinceridade. Pergunte a uma menina que esteja começando a sair com um carinha, e ela vai dizer que quer que ele seja sempre sincero. Ele também quer que ela seja sincera. Os amigos devem ser sinceros.



Eu penso que sinceridade é bom, mas se for demais, mata.


E acredito que lá no fundo todo mundo prefere gentileza. Eu sei. Tenho fama de ser sincera. E tem um monte de gente que me acha grossa, ríspida, mal educada, franca demais. E vejo gente que está sempre em cima do muro, que jamais emite uma opinião sequer, que nunca diz o que pensa ou a quê veio, que sempre fala meias-verdades e é muito "querida", muito "legal". Cheguei portanto à conclusão que as pessoas não querem sinceridade não. Querem gentileza. Sei que deve haver um meio-termo, quer dizer, ser sincero e ser gentil. Eu tento. Muito. Mas tem hora que não dá.



Eu não sou muito bem humorada, sabe? Como sou muito tímida, tendo mais à introspecção . E gosto muito de ficar quieta, sozinha. E tem momentos em que eu não quero mesmo ser gentil. Mas como eu gosto de gentileza, eu meio que me obrigo a ser educada. Quem me conhece pessoalmente sabe que eu não sou de modo algum a mais simpática das criaturas mas não gosto de grosserias.


Mas também não gosto de falsidade. Sabe aquilo de pensar uma coisa e dizer outra? Mas sei que não é todo mundo que assimila bem uma opinião sincera. Mas eu tento ser sincera sempre. Tanto no blog, quanto na vida. Se eu disser que gosto, é porque eu gosto mesmo. Se não gosto e você perguntar, eu vou dizer. E isso tem hora que dá cada dor de cabeça...
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Para voltar para Deus

em 19/04/2009

Esta é uma canção que me toca profundamente pois fala de coisas que acontecem comigo o tempo todo...
Viver pela fé, para mim é isso: um constante cair e levantar.
Só não cai quem não caminha. E sempre podemos voltar para a casa do Pai...


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Conto: Um amor para sempre.

em 17/04/2009

Desde a adolescência eu gosto muito de escrever. Mas nunca mostro a ninguém o que escrevo. Mas senti vontade de começar a publicar alguns contos meus. Vou tentar um por semana.Baseados em vidas. Quase sempre dos outros...



Ele sempre a via. Todos os dias, sem exceção. E por vê-la, foi ficando íntimo. De uma intimidade que não aparecia em palavras. Nunca se falaram. Nem em gestos.Mas ele era íntimo dela. Sabia quando ela estava alegre, pois aparecia com o vestido amarelo, tão iluminada ficava a rua! E quando estava triste, como quando morrera seu avô. Não, ele não conhecia o velhinho de andar lento e firme, mas a via passar com passos lentos para acompanhar o rítmo de quem já não tinha pressa...E ela vestiu cinza quando o avô morreu. E ele sabia quando ela estava apaixonada. Trazia o andar leve, as mãos delicadas às vezes carregavam flores. Presente do namorado, talvez. E ele sabia. E quando ela perdeu o ônibus naquela manhã de chuva, ele viu sua raiva. E quis abraçá-la e dizer que logo outro ônibus viria. E quando o namoro naufragava ele a via triste, por um tempo. E também gostaria de abraçá-la e dizer que logo outro viria. Nunca ele, jamais ele. Ainda que ela fosse tudo o que ele amava, tudo pelo qual ele vivia. Quando ela passava, ele sentia o coração temer, ficar na ponta dos dedos. E ela passava. Ora alegre, com o vestido inundando tudo de luz, ora triste, fazendo-o abraçá-la em pensamento...
Viu quando ela passou com o novo amor, com uma alegria nova. Viu quando ela passou com uma luz nova, com a arrogância de quem sabe que é feliz, tão bela em seu belo vestido branco. Enchendo a rua de luz! Depois de um tempo ele a viu passar com um carrinho de bebê. E passou a vê-la todas as manhãs, e viu a menininha tão semelhante a ela aprender a caminhar nos mesmos caminhos por onde ele a via passar desde sempre. E ele sempre com o coração nas pontas dos dedos, sempre amando-a. E viu quando ela passou aos prantos, com a filha nos braços, voltando. O amor acabara, o amado escolhera passar com outra. E ele viu a moça se tornar uma mulher triste, sozinha. E novamente quis abraçá-la e dizer que tudo ficaria bem, que ele sempre estaria ali, para ela, apenas para ela.
Mas ela passou por ele, todos os dias, sem vê-lo, sem olhar em sua direção, sem jamais saber que ele tinha o coração nas pontas dos dedos por causa dela, sem ver que não era a rua que se enchia de luz quando ela estava feliz. Quem se enchia de luz era ele. Por que ela passava.
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Ajuda aqui!?

em 16/04/2009


Tem gente que quando está sofrendo, ou gente que já sofreu muito, fica mais paciente, mais mansa, mais compassiva. Tem mais facilidade de se compadecer dos outros, é mais flexível e mais terna. Eu não. Definitivamente não.

Ando com tanta dor, a coluna tem me feito chorar, eu quase não me mexo e quando forço a dor é horrível. Daí que eu ando sem paciência nenhuma, irritada e com crise de identidade.

Nem eu tô me aguentando.


Alguém aí segura a minha mão?Que eu tô com medo de mim. Eu tô sim.
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Pedido

em 15/04/2009

Só isso. Só para lembrar que amigo a gente não abandona e nem descarta. Porque um dia o amigo abandonado vai fazer falta, ah se vai,,,
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Tocando o terror na vizinhança

em 13/04/2009


Parece tão óbvio, mas nem sempre é assim: se você quer ser amado, seja amável; se quer ser respeitado, respeite; se quer ser alvo de gentileza, seja gentil; se quer ser livre, viva e deixe viver...


Eu ando tendo muita dificuldade em me compadecer dos outros. E minha capacidade de engolir desaforos nunca foi lá essas coisas. É o seguinte: estou com um problema de coluna. A danada travou e eu estou há 1 semana andando quase de 4, curvada que dá dó. E para complicar ainda mais sofri um acidente doméstico e fiquei sem andar desde sexta-feira. Então, em plena Semana Santa, eu não pus o pé na Igreja. E tudo isso junto tem me feito perder a paciência facilmente. E hoje de manhã uma vizinha veio remexer meu lixo procurando garrafas pet. Que eu não coloco no lixo pois separo para um senhor que recicla. E a tal vizinha deu o maior piti porque a minha Menininha latiu nela, ou para ela, sei lá como se escreve...Eu estava sentada à máquina de costura e a coluna não me deixa levantar rapidamente. Nem devagar, aliás. Então, já viu, né? Cachorrinha latindo, vizinha gritando histérica, eu tentando intervir...E ainda ouço que "cachorro bravo a gente amarra". E "vai ficar aí sentada sem me acudir?"
Eis o "cachorro bravo", que a propósito estava dentro da minha garagem, latindo muito brava sim, mas dentro de casa, com as patinhas erguidas, de pé nas grades do portão:
/a> Então é assim: cachorro late. Estranho seria se miasse. E eu nunca amarraria a minha Menininha. Pois tem hora que eu realmente prefiro cachorro a gente mal educada e grosseira.
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Carência

em 12/04/2009

Em alguns momentos da vida a gente comete erros. E em muitos desses momentos nossos erros são motivados por uma coisinha muito sorrateira e muito traiçoeira chamada carência afetiva.
Quem nunca teve momentos de extrema carência afetiva que atire a primeira rosa despetalada...
Foi por carência que eu engoli o primeiro e único chifre que levei em toda a vida. Foi por carência que eu deixei passar falta de educação, falta de sinceridade, falta de amor. Foi também por carência que eu passei anos e anos acreditando que tudo o que me diziam era a mais pura expressão da verdade. E também foi por carência que eu perdia horas e horas ouvindo besteiras de gente tipo sanguessuga, sabe? Foi. Eu disse foi. Já há um bom tempo não é mais. Hoje eu sou mais eu. Não sou carente, e não tenho paciência com gente chata. Prontofalei. Aff!
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Sempre pode piorar, vai por mim

em 11/04/2009

Portanto, abra um sorriso e feche o resmungadouro!!!
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Conto do amor perdido

em 10/04/2009

Desde a adolescência eu gosto muito de escrever. Mas nunca mostro a ninguém o que escrevo. Mas senti vontade de começar a publicar alguns contos meus. Vou tentar um por semana.
Baseados em vidas. Quase sempre dos outros...


Desceu a rua quase que automáticamente. Há muito tempo não o via. Não que o coração houvesse deixado de sentir, bem ao contrário, sentia muito, mesmo não vendo. Mas era um sentir doce, sereno quase... Mas vê-lo assim, de repente, sem aviso, foi um baque. A pulsação acelerou, o coração disparou, faltou o ar, o chão desapareceu sob seus pés. O amor nunca deixara de estar ali, como um lobo à espreita, esperando o momento certo para uivar. Como doía, como machucava vê-lo tão feliz, tão sem precisar dela, tão sem lembrar! O olhar de ambos se cruzou por um segundo, talvez menos. Um mundo de lembranças coube naquele breve olhar, um mundo de palavras não ditas, de gritos não emitidos. Ela ainda o amava. Doía a constatação de que o amor era só dela, sem reciprocidade alguma, sem chance de frutificar. Quando os olhares se cruzaram ele não desviou o dele; ela sim. Para não ver o braço enlaçando a cintura da outra, para não ver o sorriso, a cumplicidade com a outra. Mas a outra era ela agora. E ele queria que ela soubesse, queria que ela visse, que ouvisse o som do riso dos dois. Ela ouviu, ela sentiu. E viu muito mais do que ele intencionava mostrar, viu o ar de triunfo, o ar de regozijo dele. Ela nunca quis que fosse assim, jamais quis que ele soubesse da traição. Foi um erro, um momento que não valia um amor como o dela por ele. Mas ela errara, ele soube e jamais cogitou perdoar. Também por isso ela abaixou os olhos diante dele, por saber que jogara fora o que era mais caro aos dois, a confiança, a lealdade. Por vergonha de haver jogado fora o amor valioso dele por ela.

Enquanto descia a rua ela pensava, e as lágrimas desciam quentes, abundantes, sufocantes. Chorava por si, chorava por ele, por tudo o que ele chorara. E chorava por tudo o que fora seu e agora pertencia à moça sorridente cuja cintura ele enlaçava. E descia a rua...


Diz aí sua opinião. Sinceramente gentil. Gentilmente sincera.
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Casamento de nós dois...

em 08/04/2009




Qual a melhor e qual a pior coisa do casamento? Já pensou nisso?
Eu sou casada há 13 anos e 5 meses. E já passei por todas as fases possíveis de um relacionamento longo: já fui feliz demais, infeliz demais, já briguei, já chorei de amor, já chorei de raiva, já quis me separar e já pensei que morreria se ficasse sozinha, sem ele. Já chorei olhando fotos do casamento, me perguntando" porque eu casei, meu Deus?" Já chorei olhando uma foto minha com 4 anos de idade e pensando:"Se essa menininha soubesse tudo o que teria de passar..."Também já ri muito com o marido, vendo a vida passar, sendo feliz só por estar com ele. Como já disse, feliz demais, infeliz demais...


E hoje? Tem dias bons, outro ótimos, alguns em que era melhor ter ficado na cama... sozinha. Tem momentos em que eu penso que casamento é uma merda. Mas logo eu lembro que o meu casamento é uma bênção. Sei que tenho o melhor marido do mundo. Mas tem dias em que a carruagem está sem brilho algum.


Fico pensando que este é o maior desafio de casais que vivem juntos há muito tempo: superar os momentos ruins e ter o olhar posto no que é permanente, sabendo que as dificuldades são transitórias.


Penso que muita gente se casa por motivos os mais variados. E permanecer casado é uma decisão de todo dia. Uma das coisas que eu acho que deveriam ser ditas às noivas e aos noivos é que em algum momento da jornada chamada casamento eles vão ter raiva um do outro. Pode acontecer de um deles (ou ambos) se apaixonarem por outras pessoas. Poderão se desinteressar sexualmente um do outro. Aliás, provavelmente o fogo inicial vai mudar. E muito. Com o passar do tempo tudo muda. É só você comparar a pessoa que você é hoje com a pessoa que você era há 10 anos atrás. Eu quase que não me reconheço...E seu conjuge mudará também.


Mas ainda assim eu acho que vale a pena...Não por causa da ideia machista de que mulher tem que casar, que nasceu para isso. Isso é bobagem. Dá para ser feliz sem homem ao lado. Claro que dá. Mas no meu caso vale a pena pois eu melhorei muito como pessoa e aprendo muito sobre a arte da tolerância e da paciência. E principalmente porque um casamento legal ajuda a levar a vida com mais leveza. Amor precisa servir para tornar a vida mais fácil e não mais dolorida...
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De acordo?

De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
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Sou gay! E agora???

em 06/04/2009




Hoje eu li uma reportagem que dizia que a cada 3 horas um jovem se suicida no Brasil. Motivo? Ele se descobre gay. E não conseguindo lidar com o fato, prefere morrer. Triste demais, né?

Quem lê este blog sabe que eu sou católica. Totalmente. E que em questões dogmáticas eu sou católicamente católica. Mas em questões secundárias eu muitas vezes não me posiciono tão definitivamente. Especialmente quando eu não compreendo totalmente, quando não tenho elementos suficientes para emitir um posicionamento. E com homossexualismo é assim.


A Igreja é veemente ao condenar a prática homossexual. Eu entendo. Pois ela parte do príncipio que sexo é para ser praticado por pessoas com laços definitivos, laços matrimoniais. Se bem que uma avalanche de casamentos não são de modo algum, infelizmente, tão definitivos assim. Mas a Igreja parte da premissa que matrimônio é para sempre. E não há matrimônio gay. Na Igreja Católica duvido que haja um dia...Isso também entendo, pois uma das funções do matrimônio é a continuidade da espécie e isso é impossível entre gays.Se bem que hajam matrimônios que perduram sem filhos...

Veja bem que eu disse matrimônio e não união civil. União civil eu penso que talvez seja justa. Marido tinha um primo que viveu 14 anos com outro homem. Ambos bem sucedidos, constituiram certo patrimônio. Sempre juntos. Em 2002 o primo do marido morreu. A família dele entrou na casa dos dois 30 minutos após o enterro e levaram tudo, até as colheres, como disse a minha sogra. O companheiro ficou sem nada, sem casa, sem nem roupas de cama por exemplo. E era tudo dos dois! Mas a casa estava em nome do falecido...Muito injusto, eu achei sempre. Uma jurisprudência sobre o assunto evitaria isso.

Não sei realmente se homossexualidade é doença, acho antes que é característica, talvez indelével. Acredito também que não é opção; aliás detesto este termo. Mesmo com toda a minha ignorância sobre o tema, eu duvido que seja uma escolha, tipo usar preto ou branco. Penso que nascemos ou não gays.

Quando eu era adolescente eu namorei um rapaz e em determinado momento nasceu-lhe um sobrinho. Era um menininho muito bonito e eu acompanhei seus primeiros anos de vida. Hoje esse menininho tem mais ou menos 17 anos. Continua lindo, loirinho, gentil, talentoso. Um cabelereiro talentoso. E desde quando ele começou a andar, antes até, eu já via nele uma maneira diferente de ser, mais delicada, mais "feminina" mesmo. Nasceu assim, não foi escolha não. Com 1 ano e meio ele já dizia que queria vestir roupinhas de menina, chorava, queria e queria...Hoje ele veste o que quer. Os pais frequentam a mesma comunidade que eu. E não parece ter havido tanta celeuma, ele foi aceito pela família e tudo segue. Penso que se não fosse assim, talvez ele acabasse tendo o destino de tantos meninos como ele, acabasse caindo na prostituição. Ou fazendo parte das estatísticas de suicídio. Vendo este caso, eu fico ainda mais dividida. Não sei se é caso de procurar ou não "tratamento", não tenho opinião formada.

Mas sei que somos todos iguais em dignidade perante Deus, que nos ama sem acepção. Sei que é crime e pior, pecado, agredir ou maltratar alguém seja lá com que desculpa for. Note que eu disse todos, pois assim como um homossexual tem o direito de ser respeitado em sua condição, quem não concorda com o homossexualismo também tem o direito de expressar sua opinião. Assim como quem discorda das posições da Igreja, do governo, do técnico da Seleção...Temos sim o direito de expor nosso ponto de vista, seja ele favorável ou não.

Hoje há uma onda, a meu ver arbitrária, de classificar até mesmo uma simples emissão de opinião como homofobia. Penso que devemos ter equilibrio sempre. E expressar opinião nunca pode ser confundido com incitação à violência e muito menos apologia ao ódio. Como já disse, somos todos filhos do mesmo Deus, que ama a todos indistintamente. Posso não concordar com você, mas vou respeitá-lo sempre. e espero o mesmo.

Ademais, creio que não é o que fazemos na cama e em suas imediações que nos define como pessoa...
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Néctar...

em 04/04/2009

A Ana me presenteou com este selo tão bonitinho...
Regras do selo:
1 - Exiba a imagem do selo que você acabou de ganhar.
2 - Poste o link do blog que te indicou.
3 - Indique até 10 blogs de sua preferência.

“Esse selo é uma forma de adocicar o carinho das palavras doces. Selo do Néctar com o devido mel, para adoçar a gentileza da troca de idéias e ideais selados com afagos.”
E não vou indicar 10, mas os que eu indico são mesmo muito doces e têm néctar:
Anna, Cris, Linne, Gisele, Fê Guimarães e Ana Patrícia.
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Trata-se do meu pai...

em 03/04/2009







Quase nunca falo do meu pai. Não só aqui no blog, mas na vida eu quase nunca falo dele. Mas esta semana meu irmão passou dois dias comigo, colocando umas coisinhas em ordem aqui em casa e daí eu acabei ouvindo-o falar muito no José de Melo. Faz já quase 20 anos que nós não nos falamos. Eu não pergunto dele, ele não pergunta por mim, e assim vamos seguindo a vida fazendo como se um não existisse para o outro. Vou tentar explicar.



Quando eu tinha uns 15 anos ele me bateu. Claro que não foi a primeira vez e com certeza não seria motivo para deixar de falar com ele "para sempre". Acontece que conforme a gente vai crescendo, vamos deixando de aceitar certas coisas e mais importante, vamos aprendendo a reagir. Eu era uma menina quieta, muito retraída, quase não saía de dentro de casa. Trabalhava e todo o meu salário era religiosamente entregue nas mãos dele. Não desobedecia. Não teimava. Apenas lia. Mas ele era alcoólatra e profundamente frustado com o rumo que a vida dele seguiu. Meu pai era, e ainda é, muito inteligente, muito ambicioso e deve ter sido muito duro ver a vida passar sem que ele tivesse tudo o que quis, tudo o que 3 filhos e uma esposa atrapalhavam-no de conseguir. Daí que um homem assim, tendo sido ele próprio vítima de muita violência por parte do pai, só podia mesmo ser violento. Junte frustação+álcool+traumas+personalidade "forte" e o caldo não será brando, pode apostar. Mas como eu ia dizendo, a gente vai crescendo e vai deixando de aceitar muitas coisas. E eu decidi que bastava de surras. Quando ele tentou de novo eu reagi. Ele ficou furioso, claro. E ao sair de casa, indo embora de vez, suas últimas palavras dirigidas a mim foram: "Esta casa vai se transformar em uma casa de putas. Ainda vou entrar aqui e ver você como puta." Tá, é forte, é duro, é cruel. Ainda ouço as palavras ecoando em minha cabeça, 20 anos depois. Mas é isso aí.



Pois bem, ele se enganou muito à meu respeito, me criou mas nunca soube nada de mim. Aliás, o motivo da última tentativa de surra é que eu havia pedido permissão para namorar. Ele deixou mas se arrependeu ao saber que o garoto em questão era negro. Muitos anos mais tarde ele foi armado à casa da minha irmã, bêbado, dizendo que ia matar o então marido dela e os meus dois sobrinhos, "aqueles macacos". Por que? Por serem negros. Então, racista ao extremo. E do pior tipo.



Mas daí que depois de dizer que ainda me veria como puta, nunca mais nos falamos. Ele me ignora, eu o ignoro. Meus irmãos até tentaram uma aproximação mas no caso da minha irmã, deu na ameaça com um revólver. Meu irmão ele tentou agredir há pouco mais de 1 ano.



Hoje ele está morando em Guará (será que tem alguém de Guará por aqui???) com um senhora. A 4ª em 15 anos. Quero mal a ele? Jamais. Sinto 3 coisas por ele: gratidão pelo fato de que ele me criou e me alimentou até os 16 anos; pena por tudo o que ele já fez a si próprio; e misericórdia por todo o mal que ele me causou, por tudo o que ele me disse e por tudo o que ele fez aos meus irmãos e à minha avó, mãe dele. Ela morreu quando ele havia voltado por uns tempos a viver na casa dela. Até bater nela ele bateu.



Então é isso. Não tenho mais raiva dele, mas também ele não me faz falta. Sem amor, sem ódio, sem nada. E como se trata do meu pai, isso é muito triste.
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E se...

em 02/04/2009








  • tivesse ficado quieta?


  • não estivesse tão cansada?


  • não fosse tão cortantemente sincera?


  • simplesmente desse de ombros?


  • não me importasse?


  • fosse mais desligada?


Não seria eu. E não teria magoado ninguém hoje.

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Motivos para sorrir


O que te faz sorrir?

Uma música bonita? Um amigo? O amor?

Uma carta (ainda mandam?). Um poema? Uma flor?

O que te faz sorrir?

Sua casa? Um perfume? O alívio da dor?

O que te faz feliz?

Um carinho? Um afago? Um sorriso?

Um abraço? Paz?


Diz aí! Ando precisando de motivos para sorrir...
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Ai, ai, ai...

em 01/04/2009

Recados para Orkut


Há muitos anos um monge chegou a uma antiga vila e percebeu muita agitação na praça central.Aproximou-se e viu uma multidão apedrejando um homem!As pedras eram atiradas com fúria e o homem permanecia impassível diante daquele ataque.Porém, quando uma pequena pedra foi atirada contra ele, acertando-o no peito, o homem chorou!O monge ficou perplexo e aproximando-se do homem falou:

-Como podes resistir à dor dessas pedras enormes e chorar e gemer por uma pedra tão pequena?

O homem respondeu com olhar de infinita tristeza:
- É que esta pequenina pedra foi atirada por um amigo!
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